1° FESTIVAL INTERNACIONAL LGBTQIA+ TRANSAMAZÔNICO COMEÇA NESTA QUARTA

A partir desta quarta-feira (26) até domingo (30), acontecerá o 1ª Festival Internacional LGBTQIA+ Transamazônico que exibirá 13 longas-metragens produzidos na Argentina, França e no Brasil com temáticas de sexualidade, gênero, cidadania e direitos humanos. As exibições serão gratuitas e online, por meio do site do festival. 

“É um festival de resistência. Nesse momento principalmente, esse momento de retrocesso, de muito preconceito. Então o festival vem com essa característica de demarcar espaço. Falar dessas questões de forma lúdica, por meio da cultura”, explica Moisés Alencastro, em entrevista ao jornalista Erick Mota no Regra Entrevista dessa terça-feira (25).    

A mostra traz ao Estado um amplo panorama de produções nacionais e internacionais que se propõem a dialogar e refletir sobre as vivências LGBTQIA+, em diferentes recortes, com foco no respeito às liberdades. O projeto é realizado com recurso da Lei Emergencial Aldir Blanc através da Fundação Elias Mansour (FEM).

Moisés Alencastro explica que há 10 anos ele produziu o Mix Brasil, evento que acontecia durante a semana da diversidade que era realizado no mesmo período da Parada Gay, o evento no entanto era elaborado em São Paulo e transmitido no estado, diferente do Festival Transamazônico, “Este festival é o primeiro festival Made in Acre, porque realmente foi projetado, elaborado e está sendo executado no Acre”, diz. 

Você pode assistir aos filmes no site oficial do evento. Confira o cronograma: 

  • Prazer em conhecer, de Susanna Lira (Brasil) 
  • Limiar, de Coraci Ruiz (Brasil) 
  • As cores do divino, de Victor Costa Lopes (Brasil) 
  • Verão de 85, François Ozon (França)
  • Para onde voam as feiticeiras, de Eliane Caffé, Carla Caffé e Beto Amaral (Brasil)
  • Vil, Má, de Gustavo Vinagre (Brasil)
  • Vento seco, de Daniel Nolasco (Brasil)
  • Passou, de Felipe André Silva (Brasil)
  • Bajo Mi Piel Morena, de José Celestino Campusano (Argentina)
  • El Silencio es un cuerpo que cae, de Agustina Comedi (Argentina)
  • El Triunfo de Sodoma, de Goyo Anchou (Argentina)
  • Meu nome é Bagdá, Caru Alves de Souza (França)
  • Alfabeto sexual, de André Medeiros Martins (Brasil)

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