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Vamos falar um pouco sobre interversões artísticas, que modelam a cidade e trazem um ar de inspiração a todos. A inserção de um objeto, que não faz parte do cotidiano, causa um quebra da nossa visão, e leva-nos a observar lugares que não detinham  tanto valor visual. Inserir algo que está fora do contexto da sociedade pode alcançar e tocar em valores que as pessoas diariamente esquecem. Parece que o artista tem a intenção de mexer com os sentimentos e expor a nossa hipocrisia.

O “não obervar” pode nos levar ao “não se importar” O que pretendo levantar com essa fala, é a verdadeira ação de parar e olhar, analisar, dar valor e ver arte. Não apenas nos museus, e galerias de arte. Devemos reconhecer que nós somos uma inserção artística e que devemos quebrar o paradigma visual da sociedade.

Somos a quebra visual, e inserimos o nosso contexto diário, com nossas ocupações e obrigações. Devemos ver e crer que somos detentores do poder da mudança e que o crescimento das nossas cidades depende de nós.

 

Arte de Mark Jenkins
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Felipe Pedroso

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