Show de lançamento | Helena Sofia

10356752_871047986242965_4107606725106764629_nJá divulgamos diversos clipes aqui no Regra, mas o da Helena Sofia você deve lembrar. Aquele cheio de sangue, sequestros e carnificina (click aqui para ver). Pois é, assim como anunciado o dia breve chegou, é nessa quinta, dia dos namorados, dia da estreia da Copa do Mundo de 2014 que Helena irá lançar o seu primeiro disco!

Nem só de sangue vive a música, o disco é composto por uma deliciosa melodia, cheio de amor, talento e muita doçura, o doce e lindo timbre da moça nos envolve e nos cativa, nos leva a passear em cada bairro da cidade de Curitiba, nos leva a amar aqui e em Júpiter. Somos tele transportados para um novo mundo, somos encorajados a amar ao ponto de querer devorar o outro, somos direcionados a cuidar um do outro, aquecer o leito do ser amado. Curando as feridas, revitalizando as fraquezas. É como se Helena nos enchesse de beijos para curar toda a dor que já pairou em nós.

Se você está na capital paulista você não pode perder esse show!

Serviço

Albergue.art com Helena Sofia e Banda Alaska

Quando? 12 de junho de 2014

Onde? Kabul Bar – Rua Pedro Taques, 124, Consolação

Que horas? A partir das 21h / Telão para ver o jogo da Copa às 17h

Quanto? R$ 15,00 (lista – convite individual) e R$ 20,00 (porta – individual) / R$ 20,00 (casais com nome na lista) e R$ 30,00 (casais sem nome na lista)

O trio que acompanha a compositora é formado por Gladson Targa (baixo e efeitos eletrônicos), Leandro Superchinski (bateria) e Isaac Dias (guitarra). Inspirados nos músicos “malditos” da música brasileira, entre eles Itamar Assumpção, Walter Franco, Arrigo Barnabé e Patife Band, buscam o conceito do Desejo Canibal e da “Música Perturbada Brasileira” – nome do trio – para produzir coletivamente os arranjos das canções, que sugerem o estranhamento do incomum, com cortes inesperados (ou “mordidas”) em trechos das músicas. A busca pelo imprevisível é marca do grupo, que faz questão de fugir do óbvio, evitando ser apenas mais uma banda com “canções bonitinhas”. A inclusão de elementos eletrônicos, como ruídos de máquinas e sons de cigarras, somados à performance da banda em palco, sugere a espacialização do local onde se passa a história da canção, provocando o ouvinte a uma viagem musical e sensorial.

 

Erick Reis
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