Coluna Traços | Arney ensina

 

Nós do Regra dos Terços, falamos muito sobre inovação e criatividade.Batemos muito nessa tecla não apenas para gerar conteúdo, mas também para incentivar a todos a buscar suas “novidades”.

Nessa coluna trago para vocês Antonio Arney, o pintor que não gosta de ser chamado de artista.Esse pintor Paranaense me atraiu com sua “novidade”, que para ele já não é miais  tão novo assim, ao longo de seus 88 anos e com mais de 50 anos de carreira.Antonio Sarney  faz da natureza sua base, ao invés das tradicionais telas de pintura de algodão, nosso pintor usa telas a base de madeira, tendo em mãos para desenvolver sua arte materiais como, martelo, chave de fenda e serrote! Isso tudo porque quando criança não tinha acesso a materiais de pintura, e vivia em meio a serralheria de seu pai.

Antonio Arney usou o que tinha em mãos e mente e transformou bases de madeira concreta em elementos com volumes e curvas, que além de criarem um ar ecológico, também inspiram arte e estilo.Muito além de tudo isso ,  ele nos da uma lição em relação a criatividade e inovação. Saber “se virar” faz parte do processo criativo, acolhemos maturidade diante a sociedade.

Infelizmente fechamos os nossos olhos diante nossos problemas e nos acomodamos, devemos abrir nossas mentes e usar aquilo que temos em mãos, seja barro ou seja tinta. Podemos ir longe, mas não podemos nos limitar a nós mesmos, devemos escolher, ou somos pintores ou somos artistas!

 

 

 

 (Marcelo Andrade/Gazeta do Povo)

 

 

Felipe Pedroso

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