You rock; you always rock

É, o ano está acabando. E, junto dele, vem aquele pensamento sobre o que eu fiz com a minha vida até agora. Não adianta negar, eu sei que é assim. É normal pensamentos do gênero virem em nossa direção justo nessa época. É sério, liga não, é tudo normal. Você vai perceber isso quando se der conta de que começou a responder a essa questão. E melhor: apenas com vibrações positivas pelo que passou e não lamentações pelo que poderia ter sido.

A vida é um conjunto de imediatismos, mas se não soubermos usá-lo ao nosso favor, de que adianta nos gabarmos pelos feitos conquistados se não tem com quem compartilharmos? E é diante dessa situação que te faço um convite para responder a seguinte pergunta: como foi o seu 2016? O que você fez de memorável, seja para os outros ou para si mesmo? Caso hesite em responder, saiba que você mais ficou parado do que agiu ante algumas situações.

Eu, autora do post, ouso em dizer que, em 2016, fiz coisas que jamais imaginaria, tipo ter aquele monte de trabalho acumulado em cima da escrivaninha, apenas esperando a minha boa vontade de dar um jeito nele. Ouso em dizer, também, que se não fosse a minha independência, maioridade ou o dinheiro na conta, não teria nem como meter o louco e viajar para 3 estados diferentes em um período de 7 meses.

Posso dizer, ainda, que se não houvesse mudanças em minha curta carreira profissional, talvez eu estivesse no mesmo lugar em que estava. E que bom que não fiquei lá, que bom que alguém acreditou em mim, acreditou que eu fosse capaz de gerenciar muita coisa que eu nem tinha conhecimento da existência. Eu cresci. É, 2016 foi um ano de crescimento.

Não só profissionalmente, não só na questão monetária, mas também na questão pessoal e espiritual. A gente cresce quando menos esperamos, quando nos abrimos para as mudanças. Mudanças são necessárias, até mesmo essenciais, para aquela reviravolta que tanto esperamos. É preciso mudar nós mesmos antes de querer exigir que o mundo mude.

Sei que talvez muitas pessoas duvidem dos meus feitos ou da capacidade de ter mudado. Eu sei que já fui pior do que sou hoje, sei também que talvez não tenha dado o meu melhor pra muita coisa que passei. Mas juro: mudei e foi pra melhor. Claro, com uns deslizes aqui ou ali, mas mudei e assumo os erros passados. Acredito que se não fossem eles, não seríamos quem somos hoje. Os erros são tão importantes quanto as mudanças.

A ideia desse texto não é enfatizar o que conquistei ou o que ainda quero conquistar – e se pareceu assim, me desculpe. A ideia inicial de tudo isso aqui é enfatizar que todos somos passíveis de erros e capazes de mudanças. Mudanças essas não só boas pra você, mas pra todos que estão ao seu redor; o mundo ao seu redor necessita de você e da sua perseverança.

O mundo, antes de tudo, precisa de você e do que você faz. Você importa. Don’t forget: you rock.

Feliz Natal! 🙂

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