Caso desista dos seus sonhos, você estará desistindo de você

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“(…) deveria deixar anotado por aí tudo o que sonho, já que anoto todos os pensamentos que me vem à mente.”

A vida é cheia de sonhos. Digo isso porque ela é feita por eles, com-ple-ta-men-te. Não importa se você soltar um “a minha não”, porque eu não acredito. Não tenho nem como acreditar, entende? A vida não seria vida se os sonhos não existissem. As nossas vidas não seriam nossas se nós não insistíssemos em algo. Sabe, aquela vontade de viajar, de ter o próprio carro, de sair da casa dos pais, essas coisas? Então, tudo sonho. E sonho que não é sonhado, é sonho não realizado. E disso eu quero distância, por favor.

Eu sempre gostei de coisas que “crianças normais” (normais?) ou da geração Y normalmente não gostavam – tipo livros. Sempre gostei desse mundo literário, em que eu podia conhecer diversos mundos através das páginas ou criar tantos outros através de outras. Eu sempre tive a chave para a resposta em minhas mãos desde… sempre. E só agora, vinteanosebolinha depois, descobri qual é o meu verdadeiro sonho. Às vezes me pergunto por que demorei tanto para perceber o óbvio. Mas às vezes eu só agradeço por ter percebido isso mesmo.

Aos 17 anos, pessoa nenhuma sabe o que quer fazer da vida – tirando, é claro, aqueles que já nasceram com o dom e meudeus preciso passar em medicina. Fora esses, acho muito difícil mais alguém ter tamanha certeza – mas eu posso estar enganada também. Pois bem, eu me encaixo perfeitamente naquele aglomerado de gente que se pergunta todo santo dia o que é que está fazendo com a sua vida. Sério, queria não fazer parte dessas pessoas, mas eu também sou uma e sou passível de erros. Certo?

A minha vida é cheia de sonhos e, eu não conto, mas aposto que a cada dia eu tenho um novo para acrescentar na lista mental que faço. Erro meu, eu sei, deveria deixar anotado por aí tudo o que sonho, já que anoto todos os pensamentos que me vem à mente. Mas, veja, nem sempre um forte desejo se encontra escondido dentro do íntimo, às vezes é preciso calma e paciência para descobrir o que é que está realmente faltando. Olhe por mim, eu levei praticamente um ano para conseguir compreender toda aquela paixão que pairava sobre minha cabeça e levei mais outro pra tentar me convencer de que era aquilo mesmo que eu não só queria, mas também precisava. E aí, me dediquei, dei a cara à tapa, avisei a todos que iria e fui.

Não me apeguei aos comentários, muito menos às palavras que não eram de motivação. Gente que vai querer derrubar tudo o que você construiu até aqui vai ter aos montes, mas mantenha-se focado naquilo que você quer conquistar. Eu, por exemplo, me mantive nas palavras. Supri delas toda a força que consegui, transformando tudo em outras tantas que precisava externizar. E tudo, no fim, acabou dando certo. Tão certo que passarei os próximos 4 anos rodeada de palavras prontas para serem (des)construídas em diversas outras – assim mesmo, do jeitinho que eu sempre gostei e aprendi a amar.

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