Sobre a Contraproducente Dor de Sentir o que Sinto e a Contestação de Ser

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dor*

definição.

sf [?]

  1. sensação desagradável ou penosa, de intensidade variável, causada por um estado anômalo do organismo ou parte dele e mediada pela estimulação de fibras nervosas que levam os impulsos dolorosos para o cérebro; sofrimento físico.

  2. estado de espírito caracterizado por decepção, desgosto ou desgraça; sofrimento moral; decepção, dissabor, mágoa.

  3. sentimento de quem lamenta ter cometido um erro, uma falta, prejudicando a si mesmo ou a outrem; arrependimento, pesar, remorso.

  4. sentimento de pesar com relação a alguém ou a si mesmo; comiseração, , piedade.

algumas coisas eu aprendi com o tempo. sim. com o tempo. eu sei que não parece. talvez até seja irônico usar o tempo como mestre para alguma coisa, já que não passei dos vinte e tantos anos de idade.

mas, sim. aprendi algumas coisas com tempo, sim. com vinte e poucos anos, sim. uma delas foi a sentir tudo o que for preciso sentir. outra coisa que aprendi a sentir foi permissão.

me permito tudo. até mesmo dizer não para mim mesmo.

no entanto e na maior parte do tempo, sempre me permito sentir toda a sorte de sentimentos e sensações, mesmo que doa. porque li em algum lugar, há muito tempo, antes de qualquer história virar moda, que algumas dores precisam ser sentidas.

fazendo uma correlação entre as coisas e usando um ponto de vista clinico, talvez minha maior dor seja a permissão que me dei de sentir tudo o que posso sentir sem ter uma válvula de escape para suportar.

então eu guardo para mim. só para mim. aprendi isso também. poucas pessoas são as que se importam. e em alguns casos, essas que se importam, não sabem ouvir, entender, respeitar.

e é por isso que guardo para mim. prefiro. no final, dói menos. além do mais, aprendi a superar rápido. amores. amizades. decepções. tudo.

sim. até mesmo amores. porque no fundo amar é também uma escolha. logo para superar um amor, só é preciso partir da mesma premissa. talvez isso faça de mim uma pessoa egoísta.

mas também aprendi, sobretudo e todos, a me colocar em primeiro lugar [me permitindo ou não] porque no final quem fica sou eu, independente de qual for o estado [caótico, normalmente].

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