Série Mulheres Árabes | # 10 Sara Shamma

Sara Shamma.

Nascida na Síria em 1975, Sara Shamma começou a pintar aos quatro anos de idade. Filha de pai sírio e mãe libanesa, cresceu em uma família de intelectuais, que incentivou seu amor pela pintura.

De 1982 a 1985, Shamma frequentou cursos de desenho para crianças em Adham Ismaiil Fine Arts Institute. Aos 14 anos, ela decidiu que seria pintora. Formou-se em 1998 no Departamento de Pintura da Faculdade de Belas Artes da Universidade de Damasco.

Após sua graduação, Shamma participou de uma série de exposições individuais e coletivas.

Shamma foi convidada a se juntar à equipe de professores do Adham Ismail Fine Arts Institute em Damasco, onde lecionou por três anos a partir de 1998.

Além de sua própria prática e seu envolvimento na educação de jovens artistas, Shamma tem sido consistentemente ativa na cena de arte síria.

Ela foi membro do júri da Exposição Anual de Artistas Sírios realizada pelo Ministério da Cultura em Damasco, Síria, em 2006.

Shamma recebeu vários prêmios regionais e internacionais de arte, incluindo a medalha de ouro na bienal de Latakia (2001, Síria) e o 4º prêmio no BP Portrait Award (2006, Reino Unido).

Incognito 2 © Sara Shamma

Os trabalhos de Shamma podem ser encontrados em coleções públicas e privadas em diferentes países, incluindo: Áustria, Canadá, Equador, Egito, França, Alemanha, Japão, Jordânia, Kuwait, Líbano, Holanda, Catar, Espanha, Síria, Tunísia, Turquia, Emirados Árabes, Reino Unido e Estados Unidos da América.

Em 2010, Shamma foi convidada a se tornar a “celebridade parceira” no Programa Mundial de Alimentação da ONU. Ela criou uma pintura para eles intitulada Fighting Hunger. Impressionada e toca pelo trabalho da organização, ela continuou a apoiá-los.

Em setembro de 2016, ela se mudou para Londres, onde agora vive e trabalha.


Este artigo faz parte da Série Mulheres Árabes, publicações diárias durante o mês de março, com o intuito de contribuir com a visibilidade das diferentes narrativas protagonizadas por mulheres árabes. O projeto é de autoria de Camila Ayouch, colunista do Regra dos Terços e estudante de Letras Português-Árabe na Universidade de São Paulo (USP).

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