Sobre a Patológica Necessidade da Razão

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como eu disse, fui eu quem ficou para trás. independente de tudo e qualquer coisa. e eu estava juntado meus pedaços, me colando, me consertando, por que eu tinha decidido ser feliz e seguir em frente.

então você voltou e disse que não me faz bem, só que eu discordo; porque você é todos os meus trinta segundos de loucura, a minha escolha estranha, você é a música que quero ouvir com fones de ouvido e dançar apenas de camiseta na sala de casa, você é a mensagem que espero ver no meu celular, você é o que eu quero.

mas desculpe-me. eu já te disse isso. eu não sou assim. eu nunca fui passional dessa maneira. esse não sou eu. de fato, eu não me apaixono fácil. e cá estou eu, criando todos os gerúndios possíveis para mim e para nós.

não escrevo isso tudo para fazer uma declaração. eu só quero que você saiba como me sinto um perfeito idiota por te querer, te desejar e não te ter agora, já, no meu momento.

você me perguntou o porquê e eu não sei o porque. só posso esperar que você seja o certo, o verdadeiro, a aventura, a felicidade, a saudade, a vontade, o desejo e o tesão, a direção, o porto seguro, o norte e talvez a minha sanidade também.

portanto, hoje, eu também escolho sobretudo ser feliz e ter a razão de que você é o certo.

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