Na Bad: Por que a Geração Y está triste?

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Imagine uma geração inteira compartilhando um sentimento em comum? Pois bem, falaremos no artigo de hoje sobre a “tristeza” ou para ficarmos mais morderninhos a “bad” um sentimento com causas muito contemporâneas quando relacionamos a uma geração em específico a “Y”.

Mas como temos muitas causas e situações, vamos começar falando sobre as gerações. Podemos classificar determinados grupos de pessoas que nasceram e desenvolveram-se em um período específico de tempo como: gerações. Hoje a que está em “alta” nos artigos que pipocam por aí é a “Y”, isso porque as crianças da década de 1990, hoje já adultos formados, são a atual geração Y e, como adultas e detentoras dos meios, logo, o material produzido por essa geração é muito maior do que a geração subsequente que é a geração Z, esta que atualmente tem como seu grupo de integrantes crianças nascidas entre os anos 2000. Logo, a geração Z ainda é adolescente, e mais logo ainda, nova demais para que seus gritos sejam ouvidos pela sociedade, portanto, fiquemos na análise da geração Y.

Algumas características da geração Y são intensamente interessantes: os integrantes dessa geração foram criadas por pais que trabalhavam muito para adquirir bens de consumo; Os geração Y tiveram sua infância em meio aos anos 90; tinham a auto estima aumentada pelos pais e familiares, que por virem de gerações passadas com características muito mais rudes do que as da geração Y, tentavam proporcionar aos seus filhos (crianças da geração Y) um ambiente de “você pode mais, você consegue mais, você vai mais longe, você é melhor”.

Ai que perigo! Pois bem, as crianças sempre crescem e ninguém está livre disso – exceto Peter Pam. Esse fenômeno de crescimento atingiu também a geração Y e hoje temos adultos da geração Y ocupando os mais variados tipos de empregos e ocupações. No entanto, vemos uma geração extremamente infeliz – não nas maiorias das vezes mas com uma frequência tão frenética quanto essas jovens borboletas de quem falamos. Do que falamos? De: sentimento de insignificância, de cansaço, de frustração e mais que isso, sentimento de insuficiência. Mas tudo isso é plausível de explicações.

Toda essa tristeza vem em partes de como essas crianças, hoje adultas, foram criadas: com pais que criaram crianças como cidadãos espetaculares. Este é o ponto crucial, com uma criação tão intensa, os adultos Y estão sempre cobrando mais de si, nada é suficiente, eles sempre querem mais. E qual o problema nisso? Nenhum! No entanto, uma das características dessa geração é não saber esperar e, por isso, a luta diária pelos objetivos, seja profissional ou mesmo pessoal se torna frustrante, logo gera tristeza, logo pode gerar inclusive crises de ansiedade.

Mas temos um problema ainda maior aí: a geração Y tem sua vida adulta regadade muito compartilhamento. Sim, falamos agora de redes sociais (facebook, instagram, twitter, whatsapp). As redes sociais por sua vez falam por nós. Ali compartilhamos de tudo: de um novo emprego a um novo relacionamento. O que vale mesmo é estampar “na cara da sociedade” o quanto se é feliz – mesmo se a felicidade não existir de fato na vida do usuário. Juntando a “felicidade” das redes sociais, mais a criação de cidadão espetacular, mais a característica de uma geração que não sabe esperar, temos como resultado o sentimento de tristeza. Isso porque ao ver nas redes sociais que a vida do outro está mais feliz do que a sua, consequentemente vem o sentimento de insignificância. Mas isso atinge apenas os adultos Y? Possivelmente não, mas os adultos Y foram crianças que cresceram ouvindo de seus pais que elas eram as melhores do mundo e, ao constatar a felicidade do outro em redes sociais, logo se desenvolve o sentimento de triste e a “bad” surge.

É por esse fio que se desencadeia o sentimento de tristeza, insignificância e até a ansiedade. Do que precisamos? Meu jovem, é simples: CALMA! Lembre-se que tudo leva um tempo e isso é um processo natural. Se você construir um bom presente, colherá um bom futuro e seu passado será de orgulho. Levando isso em conta e sabendo que nem sempre a “grama do vizinho é mais verde”, as coisas vão se encaixar. Portanto, calma: você vai encontrar um emprego, você vai se graduar, você vai viver um grande amor, você vai encontrar-se a si mesmo na vida por muitas vezes. Geração Y, temos muito a viver. Vamos na Paz, de boa e sem “bad”.

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