Agronegócio e ONGs se unem para combater desmatamento na Amazônia

Empresas ligadas ao agronegócio e organizações da área do meio ambiente enviaram para o governo federal, nesta terça-feira (15), seis propostas para impedir a destruição na Amazônia, as informações são do jornal Estado de S. Paulo.

(Foto: Amanda Perobelli/Reuters)

A aliança foi feita por 230 organizações e entidades para sugerir um conjunto de propostas que reduz permanentemente o desmatamento, como a punição por crimes ambientais, a retomada e intensificação da fiscalização e a destinação de 10 milhões de hectares à proteção e uso sustentável.

“Não somente pelo avanço das perdas socioambientais envolvidas, mas também pela ameaça que a destruição florestal na região impõe às questões econômicas nacionais. Há uma clara e crescente preocupação de diversos setores da sociedade nacional e internacional com o avanço do desmatamento”, afirma a proposta.

O documento foi entregue ao presidente Jair Bolsonaro, ao vice-presidente Hamilton Mourão e para os ministérios da Agricultura, Meio Ambiente, Economia e Ciência e Tecnologia. Os deputados e senadores do Congresso Nacional, o Parlamento Europeu e a embaixada de países europeus também receberam a ação. 

A proposta reúne do setor agropecuária e indústria, companhias como os dois maiores frigoríficos de carne bovina do país como a JBS e a Marfrig. E organizações ambientais como a WWF Brasil e Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (Ipam). A aliança se define como “um dos raros foros de diálogo entre o agronegócio e ambientalistas”.

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