OLHA O PRIVATE EQUITY AÍ DE NOVO, GENTE: BERKSHIRE HATHAWAY É A MAIS NOVA INVESTIDORA DO NUBANK

Olá querido leitor/querida leitora!

Como tem estado? Espero que bem e em segurança. Por uma feliz coincidência, o tema que abordamos na semana passada voltou aos holofotes com toda força: em mais uma rodada de private equity, a fintech brasileira Nubank recebeu como nova investidora nada mais, nada menos, do que a Berkshire Hathaway, veículo de investimento do lendário oráculo de Omaha, Warren Buffet. Hoje, gostaria de estender um pouquinho o tema, dada a visibilidade desta notícia. Você sempre poderá conferir minhas colunas anteriores aqui do Regra nesse link aqui.

Para os leitores que nunca ouviram falar de Warren Buffet, vale a introdução sobre essa que é umas das mais – se não a mais – figura icônica do mundo dos investimentos. Warren Edward Buffet, nascido em 30 de julho de 1930, ficou conhecido por ser um exímio empresário e homem de sucesso nos investimentos. Desde muito cedo, mostrou aptidão para os negócios e poupança, sendo que antes mesmo de sair da high school – equivalente ao nosso ensino médio – já era um investidor na bolsa de valores americana. Na década de 60, Buffet se torna acionista majoritário da Berkshire Hathaway, e direciona os negócios para o setor de seguros. Junto do seu sócio de longa data, Charlie Munger, Warren transforma a empresa em uma grande holding, com um amplo caixa e que hoje investe nos setores bancários, alimentício, ferrovias, dentre outros.

Voltando ao nosso tema principal, o aporte recebido pelo Nubank foi de cerca de 500 milhões de dólares – algo perto de R$ 2,6 bilhões -, e, segundo a assessoria do banco, servirá para continuar a expansão da marca em território nacional e internacional, bem como aumentar a gama dos serviços oferecidos. Na mesma rodada, outros investidores de peso, como a Verde Asset – casa de investimentos do renomado Luis Stuhlberger – e a Absoluto Partners, injetaram mais 250 milhões de dólares na fintech.

Os investimentos fizeram parte da série G de aportes, realizada no começo de 2021. Em se tratando de private equity, é comum que empresas que estejam em franco crescimento recebam injeções de capital em mais de uma parcela – denominadas séries – por parte dos seus investidores, buscando a multiplicação do capital no futuro.

O que achou da notícia, leitor? Difícil contar tantos zeros com essas cifras? No mundo dos investimentos privados atuais, leituras como essas tem se tornado cada vez mais comuns.

Até a próxima semana!

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