Os negociadores comerciais dos EUA e da China dizem que chegaram a um acordo-quadro que, se aprovado por ambos os governos esta semana, reverteria as tarifas propostas de 100% sobre as importações chinesas e interromperia as crescentes restrições de Pequim às exportações de materiais de terras raras.
O representante comercial dos EUA, Jamieson Greer, disse aos repórteres em Kuala Lumpur: “Estamos avançando para os detalhes finais do tipo de acordo que os líderes podem rever e decidir se querem concluir juntos”.
A descoberta, relatada pela primeira vez pelo New York Timessurge após semanas de pressão por parte dos fabricantes e lobistas tecnológicos dos EUA, que alertaram que tanto as tarifas como as restrições minerais da China correm o risco de desencadear novas escassezes e aumentos repentinos de preços em toda a cadeia de peças de PC. O acordo ainda não está concluído: o secretário do Tesouro, Scott Bessent, confirmou que foi alcançado um “quadro muito substancial”, mas os termos finais ainda dependem de uma reunião de alto nível entre o presidente Donald Trump e o líder chinês Xi Jinping, prevista para a próxima semana.
“A China e os Estados Unidos exploraram construtivamente um plano para lidar adequadamente com algumas das preocupações de ambos os lados”, disse o negociador comercial da China, Li Chenggang. “O próximo passo é cada lado cumprir os respectivos procedimentos de aprovação nacionais”, acrescentou.
O acordo comercial trata de tarifas e materiais, não de computação, portanto nada disso afeta os controles existentes dos EUA e da China sobre chips de alto desempenho, que permanecem em vigor e continuam a impedir que o silício focado em IA da Nvidia chegue aos data centers chineses.
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