Cerca de 80 mil novas vagas de estágio serão abertas no País até março de 2019

Entre janeiro e outubro de 2018, a abertura de vagas de estágio cresceu 14,5% no País em relação ao mesmo período do ano passado. Os dados são do Centro Integração Empresa-Escola (CIEE), que projeta 80 mil novas vagas de estágio ofertadas entre dezembro de 2018 e março de 2019. O crescimento é bem-vindo pelos estudantes, já que desde 2015 as vagas de estágio estavam em queda.

“Quando as empresas pensam em aumentar seus quadros, querem pessoas que contribuam para seu crescimento e desenvolvimento. Enxergam nos estagiários profissionais interessados, dispostos, com vontade de aprender e crescer”, avalia o professor Ademir Bueno, do curso de Administração do Centro Universitário Internacional Uninter.

Bueno defende que o estudante passe por vários programas de estágio ao longo da formação e, assim, conheça diversas áreas de atuação. Dessa forma, posteriormente, terá melhores condições para escolher a que mais se adequar ao seu perfil. “Colocar em prática o que se está aprendendo só contribui para a solidificação da aprendizagem, para não se limitar à visão acadêmica, tudo isso enquanto tem uma remuneração”, explica.

Dicas para quem busca uma vaga

Os estudantes que estão atrás de seu espaço no mercado de trabalho devem estar dispostos a enviar muitos currículos e a preencher formulários eletrônicos – tanto de organizações especializadas em estágio quanto das companhias em que têm interesse em estagiar. Outra dica é manter seus contatos atualizados e investir no networking, já que muitas vagas são divulgadas nas redes sociais.

Bueno também recomenda “fazer o dever de casa”, ou seja, lembrar que os conhecimentos adquiridos no curso podem auxiliar no estágio. Se chamado para entrevistas ou processos seletivos, é preciso estar sempre atento para não cometer erros simples. “É essencial apresentar uma comunicação assertiva, demonstrando que pode contribuir para que a empresa avance e alcance seus objetivos”, finaliza.


 

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Brasil tem o pior desempenho entre os escritórios de patentes do mundo

Imagine. Depois de muito tempo e dinheiro investidos para resolver determinado problema, um pesquisador encontra uma solução inédita. No momento de registrar sua criação, descobre uma dura realidade: precisará aguardar quase oito anos para ter sua invenção patenteada. Este cenário coloca o Brasil como o País com pior desempenho entre os escritórios de patentes do planeta.

Foram pesquisados os 76 principais escritórios do mundo em avaliação conduzida pela Organização Mundial de Propriedade Intelectual (OMPI). Enquanto uma solicitação ao Instituto Nacional de Propriedade Intelectual (Inpi) leva em média 95 meses para ser concluída, na China ou na Europa o tempo de espera é de 22 meses. Na Rússia, de apenas nove meses.

“O Inpi é formado por um corpo de servidores muito dedicado e vocacionado. Mas sua estrutura humana e material é relativamente pequena para o volume de trabalho”, defende Marcos da Cunha e Souza, professor do curso de Direito do Centro Universitário Internacional Uninter. Em alguns campos, o País não possui equipamentos necessários para verificar se determinada invenção é mesmo uma novidade, por exemplo. “Sofremos, portanto, com uma falta crônica de investimentos”, pontua.

Como consequência, o inventor brasileiro vive um período de grande frustração enquanto o Inpi não concede a patente requerida. Isso porque qualquer um pode copiar, reproduzir e comercializar seu invento, e ele terá poucos mecanismos legais para se defender.

Uma alternativa encontrada por alguns pesquisadores é registrar seu invento apenas no exterior. Esse procedimento vale a pena, segundo Souza, se o principal mercado para o novo produto se encontra no estrangeiro. “Mas não impedirá que uma empresa concorrente fabrique e venda aqui mesmo no Brasil”, ressalta. Assim, ainda que moroso, o pedido de patente no Brasil é importante.

Pesquisa engessada

Entre os escritórios pesquisados, China, EUA, Japão, Coreia e Europa representaram 84,6% do total mundial de patentes, enquanto África, América Latina e Oceania representaram apenas 3,4%. O professor explica que, no Brasil, existem poucas instituições com perfil necessário para competir no mercado internacional. A pesquisa de tecnologias de ponta exige muitos recursos e mão de obra especializada, bem remunerada.

“Pesquisar é arriscado. Nem sempre o dinheiro gasto consegue ser recuperado. Quando chegamos ao final de uma pesquisa exitosa, frequentemente ela se torna obsoleta em pouco tempo”, explana. Além disso, grandes empresas estrangeiras acumulam patentes que são desenvolvidas, estrategicamente, para tentar bloquear o avanço de empresas rivais. Por isso, muitas empresas brasileiras preferem pagar pelo uso de tecnologias estrangeiras – mais vantajosas e baratas.

Para modificar a situação, Souza coloca que é possível se espelhar no exemplo da China. O país, que anteriormente tinha “fama” de cometer pirataria e plagiar tecnologias estrangeiras, conseguiu reverter a situação em pouco tempo. “É preciso crescer economicamente, gerar poupança interna e dinamismo intelectual, capazes de alimentar e justificar grandes investimentos”, propõe.


 

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Cinco tendências mundiais que vão impactar a educação brasileira em 2019

Diante de um cenário incerto, complexo e ambíguo, a educação pode fazer a diferença no futuro. De acordo com o levantamento internacional a longo prazo  Educação 2030, feito pela OECD (Organisation for Economic Co-operation and Development), serão necessárias novas soluções educacionais já que o mundo está em constante mudança social, econômica e ambiental. Deverão ser traçados objetivos mais amplos na educação, como o bem-estar individual e coletivo; e certamente será desenvolvido um novo conjunto de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores nos estudantes.

A curto prazo, segundo Elton Ivan Schneider, diretor da Escola de Negócios do Centro Universitário Internacional Uninter, já em 2019 o uso da tecnologia será ainda mais necessário, incluindo o surgimento de novas profissões nesse segmento, como profissionais para atuar em Gestão de Startups, Varejo Digital, E-commerce, Blockchain, Finanças Digitais, Fintechs, Global Trading (Negócios Globais), jogos digitais, segurança cibernética, Coaching, entre outros. “Além disso, a otimização do tempo é cada vez mais valorizada por quem procura cursos superiores”, explica o professor.

Schneider selecionou cinco tendências relevantes para o mercado brasileiro. Confira:

1.       Blended Learning

Também conhecido como ‘aprendizado híbrido’ ou ‘modelo semipresencial’, essa metodologia combina sala de aula e educação on-line. O foco é na integração de ferramentas digitais, técnicas e materiais virtuais com a sala física. O modelo semipresencial também surge como alternativa para reduzir a evasão no ensino superior, já que os estudantes podem conciliar a vida acadêmica, profissional e pessoal com mais tranquilidade e a preços mais acessíveis.

2.       Gamification

A gamificação é uma técnica de aprendizagem que trabalha a dinâmica de jogos lúdicos para criar mais engajamento dos estudantes no ensino e facilitar a absorção de conteúdo. Apelando para os adeptos do futebol, o LearnMatch, por exemplo, utiliza sessões de treino e friendly games para tornar o aprendizado divertido para os estudantes. Já a Phonics, da Oxford University Press, usa cantos, músicas e jogos para ajudar a desenvolver a consciência fonológica de crianças em idade pré-escolar.

3.       Segurança no mundo on-line

A maioria das instituições de ensino têm refletido sobre como manter fora dos seus portões ameaças de violência armada, agressões e bullying. No entanto, o ambiente digital também exige essa preocupação relacionada à segurança. Quanto mais comum for o acesso à tecnologia, mais necessário será manter os estudantes a salvo de perigos cibernéticos. As instituições de ensino brasileira precisam investir mais em proteção de dados, ciberbullying e falsificações, já que o ambiente on-line pode facilitar a ocorrência de plágios e crimes ligados à produção autoral.

4.       Mestrado e doutorado a distância

No relatório do eLearning Inside News, o Massachussets Institute of Technology (MIT) divulgou que conquistou resultados excelentes em seu mais recente programa de mestrado on-line. O programa permitiu que uma equipe de alunos concluísse um ano de curso on-line pelo seu programa MITx. Os alunos que concluíram a primeira parte do programa de mestrado on-line foram considerados tão preparados quanto seus colegas no campus.

5. Dispositivos integrados de ensino

Com mais alunos usando vários dispositivos entre a casa e a instituição de ensino, programas que permitam a “malha de dispositivos”, ou seja, que funcionem em smartphones, tablets e computadores, serão fundamentais no processo de educação continuada. Essa tendência em relação a ferramentas que funcionam em plataformas – geralmente via nuvem – foi refletida em vários produtos da conferência da Sociedade Internacional para Tecnologia em Educação (ISTE) 2018.


 

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Saiba como investir seu dinheiro em 2019

Com o novo ano, o investidor brasileiro deve estar atento ao cenário econômico que vem por aí. Os principais fatores estão na posse do novo governo, que promete injetar ânimo na economia, e a ascensão do mercado financeiro digital – com asfintechs e criptomoedas. Diante disso, todos os investidores, sejam eles experientes ou iniciantes, devem estudar e analisar de forma minuciosa antes de aplicar seu dinheiro.

“Quem perde dinheiro, geralmente, é quem estuda pouco o mercado, não diversifica a carteira ou simplesmente não tem paciência”, explica o professor Daniel Cavagnari, coordenador do curso de Gestão Financeira do Centro Universitário Internacional Uninter. O perfil do investidor, segundo o professor, vai desde o mais conservador, que aposta em investimentos mais seguros, até o mais agressivo – que deve ser bastante paciente, pois quanto maior a intenção de rendimento, maiores serão os riscos.

Para os mais conservadores ou aqueles que estão iniciando, Cavagnari recomenda apostar em rendimentos de renda fixa – aqueles em que se sabe exatamente a taxa de rendimentos –, como o Tesouro Direto. Porém, por serem muito seguros, não há previsão de melhora dessas aplicações para 2019, já que dependem diretamente da taxa de juros básica, a Selic.

Já para aqueles que querem arriscar mais, vale a pena avaliar os investimentos de renda variável. O professor recomenda buscar o mercado financeiro digital, que está em alta e com grandes possibilidades de lucro. Nesse meio, é mais seguro buscar fintechs e investimentos em startups. Já as criptomoedas exigem maior cuidado, pois se trata de um objeto ainda em estudo e que tem grande volatilidade.

“Seja acima de tudo paciente, cauteloso e reserve algumas horas para estudar o mercado e investimentos disponíveis. Cuidado com promessas milagrosas e com ofertas em anúncios eletrônicos”, recomenda Cavagnari.

Para aqueles que mantêm suas reservas na caderneta de poupança, o professor recomenda mudar a mentalidade, principalmente se o dinheiro ficará parado por mais de seis meses. “Hoje em dia caderneta de poupança não é um investimento, e sim apenas uma garantia de recuperação da inflação. Paga um pouco mais que o Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS), ou seja, não chega a 5% ao ano”, pontua.


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Editais do Sesc PR 2019

O Sesc PR está com editais abertos para 2019 na área de música, artes visais e artes cênicas. O ArteSesc 2019 seleciona projetos de artes visuais para o Sesc Caiobá, Foz do Iguaçu, Guarapuava e Pato Branco. As propostas de exposição podem ser individuais ou coletivas e devem ser de autoria própria. Elas devem ser compostas por uma exposição com duração máxima de dois meses, de acordo com calendário da Unidade; uma palestra com os expositores, com duração máxima de uma hora; e uma oficina artística prática. As inscrições vão até o dia 31 de janeiro de 2019, o edital está disponível no endereço: https://www.sescpr.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Edital-completo_sem-anexos.pdf.

O Sesc Londrina Cadeião Cultural também está com edital aberto para o ArteSesc 2019, até o dia 31 de janeiro de 2019. A proposta deve contemplar as mesmas atividades. Serão selecionadas exposições para o Espaço Galeria, Corredores e Mezanino. O edital está disponível em https://www.sescpr.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Artesesc-Cadeiao-Edital_sem-anexos.pdf.

O Projeto Sesc Encena 2019, seleciona projetos de artes cênicas (teatro, dança, circo e performance) para o Sesc Campo Mourão, Esquina, Londrina Cadeião Cultural, Paranavaí, Ponta Grossa e São José dos Pinhais. As propostas contempladas por esse edital são de apresentação artística e ação formativa de artes cênicas. Elas devem incluir uma apresentação de espetáculo com duração de 40 minutos, seguida de um debate ou bate-papo com duração máxima de uma hora e uma oficina temática. A ação formativa terá duração de quatro horas. As inscrições serão encerradas no dia 8 de fevereiro de 2019. Esse edital é destinado apenas a Pessoas Jurídicas e as informações estão disponíveis no endereço: https://www.sescpr.com.br/wp-content/uploads/2018/12/Edital-Sesc-Encena-2019.pdf.

O projeto Sesc Sonoro 2019 será realizado na unidade do Paço da Liberdade – Café do Paço. Serão selecionadas 17 propostas de apresentação musical com duração de uma hora, cada uma. As inscrições se encerram no dia 27 de fevereiro, e também são destinadas apenas a pessoas jurídicas. Mais informações estão disponíveis no edital: https://www.sescpr.com.br/wp-content/uploads/2018/11/Apresentacao-de-Selecao-Sesc-Sonoro-Cafe-do-Paco.pdf.

Serviço
Editais de cultura: https://www.sescpr.com.br/cultura/editais/
E-mail: cultura@sescpr.com.br

Apenas 42% do esgoto produzido no Sul do país é tratado

Dados do Instituto Trata Brasil, mostram que o Sul do país coleta apenas 42% do esgoto produzido na região. Desses, apenas 44% é tratado. Continue reading “Apenas 42% do esgoto produzido no Sul do país é tratado”

Ciclista tenta atravessar a Sibéria de bike, em poucos minutos tudo da muito errado

José Andrés Abián tentou desafiar a natureza, sua ideia era travessar a Sibéria de bicicleta. Seriam 4000 km pedalando em um frio de 50º negativos. Logo nos primeiros minutos de aventura o espanhol resolveu montar a barraca, e foi a partir dai que tudo começou a desandar. Os dedos de José congelaram!

Para a sorte do ciclista, um carro passava pela região e o socorreu. Quem pensa que isso só aconteceu por se tratar de um amador está muito enganado, José é um ciclista experiente, já passou por países como Líbano, Jordânia,Paquistão, Mongólia, Índia, Nepal, Iraque e Irã, tudo de bike.

Mas aos 48 anos ele queria buscar algo novo – e encontrou. O que ele não esperava é que essa novidade fosse justamente uma experiência de quase morte.

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В Магадан по трассе в -50 едет испанец. На велосипеде В Магаданской группе WhatsApp “Весьма. Ягоднинский район” читатели скинули фотографии и видео путешественника, который едет в Магадан. На фото мужчина в зимней одежде путешествует на велосипеде по заснеженной трассе. По предварительной информации, которую удалось о нем собрать, велосипедиста зовут Маркус, он из Испании, решился на экстремальное путешествие в Магадан зимой по колымской трассе. Чуть позже появилось видео, на котором испанца в палатке будят местные жители и предлагают подвезти до города Сусумана. Судя по всему, по-русски иностранец не говорит. “Весьма” просит связаться с редакцией людей, что-либо знающих о путешественнике по тел. 8-964-455-27-32.

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Idoso de 94 anos constrói piscina comunitária para não ficar sozinho

Por não aguentar a dor da solidão, um idoso de 94 anos construiu uma piscina para reunir a vizinhança e assim, manter a casa sempre cheia. Tudo começou quando o juiz aposentado Keith Davidson perdeu a esposa em 2016. Pai de três filhos já independentes, Keith não tem netos.

Aposentado, não aguentou suportar a dor de viver sozinho no mundo, foi nesse momento que resolveu que iria atrair toda a comunidade do bairro em que vive em Minnesota, nos Estados Unidos, para seu quintal.

O homem ainda idealizou um plano de divulgação do projeto, que consistiu em aguardar a chegada das férias de verão americanas para tornar pública a ideia. A piscina ficou pronta no início de 2017, mas ele esperou até julho para divulgar o projeto.

O resultado disso? Foi  um sucesso. Desde de então o aposentado nunca mais se sentiu sozinho pois todos os dias dezenas de crianças e adultos vão até a primeira piscina comunitária da comunidade.

O Blog Caixa Zero vai voltar!

Em Curitiba, é difícil encontrar alguém que nunca tenha ouvido falar do Blog Caixa Zero e do jornalista que o criou, Rogerio Galindo. O blog era acessado por milhões de pessoas que acabaram ficando órfãs nos últimos meses, quando o blog saiu do ar. Mas venho através dessa trazer uma boa nova para todos os paranaenses que sentem saudades do exímio jornalismo prestado por Rogerio Galindo: O Caixa Zero irá voltar, e graças a sua ajuda! Continue reading “O Blog Caixa Zero vai voltar!”