sobre seguir em frente

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A volta do Seychelles

Na foto: Fernando Coelho, Gustavo Garde e Renato Cortez. (Crédito: Fernanda Brito-Gaia)

Depois de um hiato de um ano e meio, a banda Seychelles volta aos palcos para comemorar 15 anos de carreira. Com 3 álbuns e 3 EPs lançados, a banda investe em uma sonoridade urbana, nutrida pelo rock da década de 70.

Membro atuante da cena paulistana, o Seychelles sempre buscou parcerias e intercâmbio com outros artistas. No álbum, Seychelles III (2012), Edgard Scandurra (Ira!) canta e toca guitarra em uma das faixas. O disco ainda traz as participações de Monique Maion e André Frateschi.

Trajetória

Em sua trajetória ao vivo, o já quarteto participou de importantes festivais e projetos. Em 2005, se apresentou no palco principal do 5º Fórum Social Mundial, em Porto Alegre (RS). No ano seguinte, foi convidado para encerrar a 5ª edição do Araraquara Rock, festival de destaque no interior de SP.

Em 2009, tocou na Virada Cultural de São José do Rio Preto (SP), ao lado de artistas como Ludov, Arnaldo Antunes e Sepultura. Em 2012, à convite do Sesc Consolação, apresentou um show em homenagem aos 40 anos dos Rolling Stones, apenas com canções da banda inglesa.

Em 2014, o Seychelles apresentou no MIS (Museu da Imagem e do Som) e no CCSP (Centro Cultural São Paulo) show em homenagem aos 20 anos do álbum Nirvana Unplugged in New York. O disco foi apresentado na íntegra pela banda, respeitando a ordem das faixas e os arranjos originais.

As ilhas de Seychelles

Seychelles é um país insular localizado no Oceano Índico Ocidental, composto por 115 ilhas distribuídas entre vários arquipélagos. A escolha de um nome tão peculiar talvez sirva para abarcar as múltiplas faces dos integrantes da banda, que atuam em outros projetos musicais.

O vocalista Gustavo Garde conta com 4 discos lançados em carreira solo e mantém o duo Sunset com Monique Maion. Também é atua como produtor, trabalhando na elaboração de músicas para meditação, jornadas de cura relacionadas à terapia floral e mantras.

O baixista Renato Cortez toca com as bandas Cérebro Eletrônico, Jumbo Elektro, Elephant Run, Heroes (tributo a David Bowie) e acompanha a cantora Miranda Kassin. Atuou no processo de formação dos Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva, durante o governo Lula, e ministrou oficinas de capacitação e produção musical em Software Livre em todo Brasil.

O guitarrista Fernando Coelho faz parte das bandas Mamma Cadela, Elephant Run, Heroes, Monique Maion e Ozório Trio. Também atua como professor de Áudio Digital e Registro Visual Sonoro pela Unip (Universidade Paulista), e de Sonorização no curso de pós graduação em Cenografia e Figurino pela Faculdade Belas Artes, em São Paulo.

O retorno aos palcos

Após um ano e meio longe dos palcos, o Seychelles prepara sua volta no próximo dia 2 de junho no Z, em São Paulo. O grupo paulistano aproveita também para estrear sua nova formação ao vivo.

Além de Gustavo Garde, Renato Cortez e Fernando Coelho, passa a contar com Angelo Kanaan na bateria, Mauro Motoki na guitarra e Piero Damiani na percussão e backing vocals.

Atualmente, a banda está finalizando seu próximo disco, O dia em que Virarmos Luz, com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2017.

SERVIÇO – #Skol apresenta A Volta do Seychelles no Z

Local: Z (Av. Brigadeiro Faria Lima, 724 – Pinheiros – São Paulo/SP)

Data: sexta, 02 de junho de 2017.

Horários

Abertura da casa – 22h.
PAPISA – 23h30.
Seychelles – 01h.
DJ Nega Nervous – após os shows.

Ingressos

Antecipado – R$20
Porta – R$25

Vendas

Livepass – http://www.livepass.com.br/event/seychelles/

Sobre Sentir

eu sinto, não como os demais. sinto devagar, sem pressa. tento não pular etapas. e gosto de pensar que todo novo relacionamento pode ser algo mais. algo duradouro e que agregue. mas hoje só vejo pessoas rasas.

rasas de sentimentos; rasas de intensidades; rasas de emoções; rasas de vontades.

vejo pessoas carentes de histórias, querendo tê-las para contar no tempo passado da juventude, mas rasas na construção de cada linha que faça sentido para essa história.

vejo pessoas imediatistas, carentes de outros e de alguéns, mas rasas o suficiente para não conseguir dar nada em troca. sim, eu acredito que seja uma troca, uma troca de sentimentos.

vejo a ansiedade do novo, a curiosidade pelo desconhecido, a euforia pela quantidade; mas não há espaço para o profundo, para o intenso, para a loucura. loucura, sim, por que não?

enfim, vejo pessoas rasas. rasas demais.

Criança de 2 anos cria série fotográfica incrível

O mundo é belo, pois nele existem crianças e elas o enfeitam. É do conhecimento de todos a magistral criatividade infantil, os pequenos não  têm limites, eles inventam e reinventam, sem medo de serem chamados de infantis. Eis o verdadeiro motivo de tudo o que eles fazem ser tão belo: eles não têm os mesmos receios de nós pobres adultos. E se uma criança com uma câmera na mão, tiver apoio suficiente para demonstrar ao mundo tudo o que a sua mente a deixa imaginar? O resultado não poderia ser outro, você está prestes a ver o projeto fotográfico denominado como “Os Conceitos de Henry”. Continue reading “Criança de 2 anos cria série fotográfica incrível”

Que bagunça é essa?

Se você veio até aqui, deve ser por que ficou um pouco confuso com toda essa bagunça não é mesmo? Calma, pois toda essa zona é muito organizada.Vou explicar-lhes o que é esse blog, mas por onde começar? Ah sim, pelo começo é claro.

Que diabos é Regra dos Terços?

– Sabe o terço que os católicos usam para rezar? Então, não tem nada a vê com isso. Regra dos Terços é uma regra usada por Fotógrafos, Pintores e demais artistas visuais para um enquadramento mais bonito e profissional. Esse enquadramento é feito através de quatro linhas imaginárias, sendo duas horizontais e duas verticais, que se cruzam formando o que temos usado com hashtag ou jogo da velha #. A figura principal, aquela que merece o destaque da imagem não é colocada no centro e sim posta dentre esses cruzamentos, no exato ponto de encontro deles.

O que a regra dos terços tem a ver com esse blog?

– Tirando tudo, nada. A grande mídia tem como costume colocar no centro tudo aquilo que traz ibope e dinheiro, com isso, o que de fato mereceria valor, fica de lado, nos cantos das mídias, sendo pouco ou nada divulgado. Eis uma incrível coincidência, pois os verdadeiros fotógrafos e pintores colocam os objetos principais nos cantos, nas periferias das imagens, fazendo com que a obra fique ainda mais rica e incrivelmente harmônica. Sentindo essa carência de uma melhor divulgação do que é principal, eis-nos aqui, auto-colocamo-nos na deliciosa obrigação de colocar em foco os fatos principais enquadrados na Regra dos Terços.

Para finalizar, o que é que fica na margem das grandes mídias?

– Se você ainda não entendeu do que estamos falando, eis a explicação. Esse blog veio para divulgar a arte, o amor, a vida, a fotografia, o vídeo, a verdadeira musicalidade, o belo, o melhor do ser humano. Seja bem vindo a um banho de criatividade, a um mergulho no oceano das riquezas artísticas. O mais arcaíco possível finalmente será divulgado, o novo e o velho agora tem sua vez. Não estamos aqui para divulgar o que é comerciável, estamos aqui para divulgar o que é lindo. Voilà, eis o verdadeiro foco da Regra dos Terços.

Sejam todos muito bem vindos!