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CINCO ERROS COMUNS AO INICIAR A SUA JORNADA INVESTIDORA

CINCO ERROS COMUNS AO INICIAR A SUA JORNADA  INVESTIDORA

Olá querido leitor/querida leitora!

Você que tem acompanhado nossas colunas semanais pode ter chegado a conclusão que investir é coisa “de outro mundo” ou mesmo muito difícil. Por mais que tenha citado algumas vezes que investir é um ato, tornar se investidor é um processo que se constrói pouco a pouco. Na coluna de hoje gostaria de compartilhar 5 erros que todo investidor inicialmente comete (eu já cometi esses erros), e que você pode evitar, independente de quão a fundo você já avançou na sua construção de patrimônio.

  • Acreditar que investir é uma atividade de curto prazo: a maioria das pessoas inicia no mundo dos investimentos buscando a tão sonhada independência financeira. Talvez por não conhecer direito os mercados acionários, de renda fixa, ou outras modalidades, acreditam que rentabilidades de 50, 100 ou mesmo 200% ao mês (!!!) são comuns. Ledo engano, já que cifras como essas são mais comuns para o passar dos anos (no plural mesmo) ou décadas;
  • Retornos altos e sem riscos: risco e retorno são, de certa forma, inversamente proporcionais quando se fala em investimentos. Não existem grandes retornos sem grandes riscos, nem ausência de riscos com altos retornos. Junte-se a isso a liquidez, e você terá o famoso trilema dos investimentos, onde não se pode ter um (alto retorno, baixo risco e alta liquidez) sem sacrificar os outros dois;

  • “Day trading vai me deixar milionário”: ainda que a atividade de day trade valha uma coluna inteira (ou um livro inteiro), vai por mim, fazer esse tipo de operação do conforto da sua casa definitivamente não vai te trazer o primeiro milhão, como mostra este estudo aqui, um dos mais recentes sobre o assunto;

  • Se conformar com o conhecimento que já possui: com certeza seu/sua gerente de banco já lhe ofereceu aquela “baita” oportunidade de investimento para um dinheirinho parado na conta. E você, seja por desconhecimento, confiança (cega) nele/a ou simplesmente para não entrar em uma discussão, apenas aceitou e selou o destino desse recurso em um ótimo investimento (para o banco, é claro), com baixíssima liquidez, altas taxas e péssimo retorno de longo prazo. Ainda que existam louváveis exceções, seu banco não é o melhor local para investir suas reservas. Busque conhecimento e não hesite em questionar o que lhe oferecido pelas instituições financeiras;

  • Não conseguir traduzir o “finânces” para o português: para o investidor iniciante, se deparar com jargões como “derivativo”, “swap” ou um simples “ ticker ” não é nada empolgante. Mas desmistificar, pouco a pouco, cada um desses termos, vai lhe trazer, não só mais conhecimento (o que é sempre útil), como lhe transformar em um investidor cada vez mais completo.

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Até a próxima semana!

Henrique Costa

Henrique Costa é engenheiro eletricista formado pela UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Atua no setor industrial e de energias renováveis há cerca de 10 anos. Entusiasta do mundo dos investimentos, aprendeu desde cedo que poupar e investir é um dos melhores caminhos para se atingir os objetivos da vida. No Regra dos Terços é autor da coluna “Pra que investir?”

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