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DIA INTERNACIONAL DO ORGULHO NÃO-BINÁRIO

DIA INTERNACIONAL DO ORGULHO NÃO-BINÁRIO

Olá querides companheiros e companheiras!

Ontem, 14 de julho, comemoramos o dia internacional das pessoas Não-Binárias. A data tem como objetivo conscientizar e organizar os problemas enfrentados por indivíduos da não-binaridade em todo o mundo.

A data foi escolhida por ser precisamente entre o dia internacional do homem e o dia internacional da mulher. Outra coisa importante de ser dizer é que: não são todos os países no mundo que reconhecem essa identidade de gênero, muitos países ainda insistem na existência apenas dos gêneros masculino e feminino.

Austrália, BangladeshCanadá, Dinamarca, AlemanhaÍndia, Holanda, Brasil e Nova Zelândia incluem opções de gênero não binárias nos passaportes, e 18 estados dos EUA permitem que os residentes marquem seu gênero como ‘X’ em sua carteira de motorista.

Mas afinal o que é uma pessoa não-binário?

Essas pessoas não se reconhecem nem como homem nem como mulher, podendo também transitar entre estes dois gêneros ou mais de um ao mesmo tempo. O termo não-binário hoje é reconhecido como um termo guarda-chuva, pois ele compõe outras identidades de gênero dentro dessa mesma classificação, por exemplo: gênero-fluido, agênero e bigênero.

Apesar de muitas lutas e desafios, ainda existem coisas para se comemorar. Um exemplo é a ação do Senado Federal que abriu uma consulta pública para a sociedade opinar a respeito da Sugestão Legislativa n°4, de 2020, que visa incluir o gênero neutro nos documentos oficiais de identificação garantindo direitos a população LGBTQIAP+.

Conheça a bandeira Não-Binária.

  • Amarelo: gêneros fora do masculino e feminino.
  • Branco: gêneros múltiplos (trigêneros, poligêneros, etc).
  • Púrpura: gêneros masculino e feminino misturados.
  • Preto: ausência de gênero.

Já foram várias outras bandeiras não-binárias, embora elas não possuam a mesma popularidade. Não-binário, em inglês, é geralmente nonbinary, mas a palavra também pode ser grafada como non-binary, especialmente em contextos europeus, menos atuais ou mais formais.

O mais importante é que precisamos gritar por respeito, seja você de qual gênero for, o mundo ideal se constrói respeitando as diferenças e garantindo que todos nós tenhamos as mesmas oportunidades.

Jhey Borges

Jenifer Borges, publicitária, colunista e ativista das causas das mulheres, negros, jovens e LGBTQIA+, escrever é um ato político desde que suas palavras sejam condizentes com igualdade social e sua própria índole

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