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Enciclopédia dos investimentos – termos do mercado financeiro – Parte 4

Enciclopédia dos investimentos – termos do mercado financeiro – Parte 4
Foto: Canva

Olá querido leitor/querida leitora! Tudo bem com você? Em nossa segunda coluna de 2022, vamos dar mais um passo no conhecimento de termos comuns do mundo dos investimentos, com mais uma edição do dicionário. Todas as minhas colunas anteriores podem ser acessadas nesse link aqui.

Vamos aos termos de hoje:

  • Ativo indexado: termo genérico que relaciona o rendimento de um ativo a determinado índice ou ainda a outro ativo. O mais comum é encontramos títulos de renda fixa atrelados – ou indexados – à um índice econômico. Como exemplo, temos os títulos do Tesouro Direto indexados à inflação – Tesouro IPCA+ – ou à taxa Selic – Tesouro Selic. Existem ainda fundos ou ETF’sExchange Traded Funds – indexados a outros ativos, sendo os mais corriqueiros o dólar, ouro, euro, dentre outros; 
  • AAI: sigla para Agente Autônomo de Investimento. É o profissional responsável por intermediar as demandas dos investidores frente às corretoras de valores. Geralmente atendem investidores que possuem patrimônio significativo – entre algumas centenas de milhares até milhões de reais. O AAI deve possuir certificação da ANCORD – Associação Nacional das Corretoras e Distribuidoras de Títulos e Valores Mobiliários, Câmbio e Mercadorias – a qual atesta que o profissional atende a um rígido código de ética, bem como possui sólidos conhecimentos do mercado financeiro. É um profissional cada vez mais demandado por corretoras e grandes bancos de investimentos, já que o mercado de capitais brasileiro está em franca expansão nos últimos anos;
  • Stop, stop loss ou stop order: termos equivalentes para operação de venda de um ativo, ou desmanche de uma operação mais complexa – venda coberta, long and short, dentre outras. O verbete é mais comum para investidores que abordam o mercado através de análise técnica. Nessa abordagem, a frequência de negociações costuma ser maior; através de sinais e interpretações gráficas, o investidor decide – ou programa um algoritmo computacional para – se desfazer, ou “stoppar”, uma posição ao atingir determinado nível de prejuízo. Existe ainda a ordem de stop gain, onde ao se atingir determinado nível de lucro, o investidor se desfaz da posição para garantir os ganhos.

Até a próxima semana!

Henrique Costa

Henrique Costa é engenheiro eletricista formado pela UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Atua no setor industrial e de energias renováveis há cerca de 10 anos. Entusiasta do mundo dos investimentos, aprendeu desde cedo que poupar e investir é um dos melhores caminhos para se atingir os objetivos da vida. No Regra dos Terços é autor da coluna “Pra que investir?”

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