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Enciclopédia dos investimentos: termos do mercado financeiro – Parte 5

Enciclopédia dos investimentos: termos do mercado financeiro – Parte 5
Foto: Canva

Olá querido leitor/querida leitora! Tudo bem com você? Hoje, vamos dar mais um passo no conhecimento de termos comuns do mundo dos investimentos. Todas as minhas colunas anteriores podem ser acessadas nesse link aqui.

Vamos aos termos de hoje:

  • Follow on: evento no qual uma empresa que já participa do mercado acionário oferta mais ações ao público. Diferentemente do IPOInitial Public Offering, do inglês oferta pública inicial – que ocorre apenas uma vez, diversos follows on podem ocorrer ao longo da vida de uma companhia de capital aberto. A operação visa obter várias vantagens à ofertante, dentre elas aumento de liquidez dos papéis e o acúmulo de mais dinheiro em caixa. Um follow on pode ser primário ou secundário, sendo que no primeiro caso a empresa cria ações e as oferta no mercado, possibilitando um aumento de caixa para investir em seus projetos; já no segundo caso, acionistas já constantes do quadro societário vendem suas fatias ao público, possibilitando sua remuneração – algo comum aos altos executivos ou grandes fundos de investimento que fazem parte de diversas companhias de capital aberto da bolsa brasileira; 
  • Ticker: um ticker nada mais é do que o código em que empresas, fundos imobiliários, ETF’s, opções, dentre vários outros ativos, podem ser encontrados no ambiente de negociação de home broker das corretoras. Por exemplo, se você quer se tornar sócio do banco Bradesco, basta digitar “BBDC4” em seu home broker e comprar a ação. No geral, tickers de empresas brasileiras negociadas na Bovespa são compostos de quatro letras seguidas de um ou dois números; alguns outros exemplos são: MRV Engenharia – MRVE3, Sanepar – SAPR11 ou SAPR4. Por outro lado, os fundos de investimento imobiliários, FII’s, tem seus tickers formados por 4 letras seguidas do número onze. Exemplos: BC Fund – BRCR11, Maxi Renda – MXRF11;
  • Análise técnica ou análise gráfica: filosofia de investimento que baseia a compra ou venda de ativos mobiliários conforme o movimento temporal dos papéis, não levando em consideração seus fundamentos econômicos ou contábeis, tais como lucro, patrimônio líquido, eventos micro ou macro, etc. Nessa análise, o investidor ou analista interpreta gráficos através de ferramentas estatísticas, tais como médias móveis, pontos de coincidência de cotação ao longo do tempo, topos e vales gráficos, dentre outros. Muito utilizada para investidores de day trade ou swing trade.

Até a próxima semana!

Henrique Costa

Henrique Costa é engenheiro eletricista formado pela UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Atua no setor industrial e de energias renováveis há cerca de 10 anos. Entusiasta do mundo dos investimentos, aprendeu desde cedo que poupar e investir é um dos melhores caminhos para se atingir os objetivos da vida. No Regra dos Terços é autor da coluna “Pra que investir?”

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