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Alvo de retrocessos, direitos humanos são o novo foco do Regra dos Terços

Alvo de retrocessos, direitos humanos são o novo foco do Regra dos Terços

O Brasil voltou ao mapa da fome, atualmente 10% dos brasileiros não têm o que comer. No Brasil, as mulheres recebem 26,5% a menos que os homens. Negros vivem cinco anos a menos. São registrados 121 assassinatos de LGBTQIA+ por ano. E povos indígenas seguem sendo dizimados, como mostra o levantamento do Conselho Indigenista Missionário, que aponta que somente em 2020, 182 indígenas foram assassinados.

E é para registrar esse momento e mostrar que de normal a desigualdade social não tem nada, que surge um novo Regra. Seguiremos mostrando a notícia por um outro ângulo, mas daqui para frente nosso foco é nos Direitos Humanos. 

O mundo tem passado por grandes e rápidas transformações e tem sido cada vez mais difícil se informar sobre tudo e, principalmente, separar aquilo que é importante daquilo que será esquecido em 24 horas. Por isso, a missão do Regra será trazer ao leitor as notícias que ainda vão importar no dia seguinte, na semana seguinte, ao decorrer da história.

Para a compreensão da nova linha editorial, cinco documentos são essenciais: 

A Declaração Universal de Direitos Humanos foi adotada e proclamada pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948. Ela nasce em um contexto em que o mundo está horrorizado com os efeitos da 2.ª Guerra Mundial e com o holocausto. 

A Constituição de 1988 reflete muito bem essa preocupação, também influenciada pelos horrores da Ditadura Militar vivida pelo Brasil desde 1964. Por isso, a Constituição traz uma série de direitos e garantias fundamentais como cláusulas pétreas. 

O Brasil ratificou, em 6 de julho de 1992, o Pacto Internacional sobre Direitos Civis e Políticos e o Pacto Internacional sobre Direitos Econômicos, Sociais e Culturais. Por se tratarem de tratados internacionais de direitos humanos, ambos têm força constitucional e devem ser tratados como norteadores para a elaboração da legislação brasileira. 

Já a Declaração de Estocolmo foi editada em 1972. Atualmente, o Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas sobre Direitos Humanos considera que, ao lado de dignidade e justiça, desenvolvimento, cultura, gênero e participação, o meio ambiente constitui um dos seis temas transversais dos direitos humanos.

Direitos Humanos no Regra dos Terços

O Regra dos Terços contará com quatro editorias principais, que vão nortear toda a linha editorial e a produção de conteúdo: 

  • Dignidade da pessoa humana;
  • Estado de Direito;
  • Meio Ambiente;
  • Cultura e Lazer

Em seu Artigo 1.º, a Declaração Universal dos Direitos Humanos estabelece que:

“Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos. Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito de fraternidade”.

Esta previsão foi incorporada pelo Artigo 1.º da Constituição Federal: 

“Art. 1º A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos:

I – a soberania;

II – a cidadania;

III – a dignidade da pessoa humana;

IV – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa

V – o pluralismo político.”

Sendo assim, temas como o combate a qualquer tipo de discriminação; à miséria e à desigualdade; direitos sociais; direito à vida e liberdade serão alguns dos exemplos do que o leitor encontrará na editoria de Dignidade da Pessoa Humana. 

Já na editoria de Estado de Direito serão tratados temas como Eleições, sufrágio universal, voto secreto; liberdade de expressão; separação dos poderes; e regime prisional. 

A editoria de Meio Ambiente trará conteúdos sobre o direito a um meio ambiente ecologicamente equilibrado; e direitos de minorias étnicas, em especial de povos indígenas e quilombolas. 

Por fim, a editoria de Cultura e Lazer trará conteúdos relacionados à literatura; turismo; arte e outros temas. 

Novos formatos

O Regra seguirá com a sua programação de conteúdo para podcasts e Youtube e, a partir desta terça-feira (2), estreia também um novo formato para contar histórias: os webstories. Todo o conteúdo será produzido com base na linha editorial do site. 

O Regra também continua contando com colunistas para tornar nosso conteúdo cada vez mais plural e novos nomes serão anunciados em breve. Entre as colunas já confirmadas estão: 

  • Sonhos do Avesso: escrita pelas jornalistas e cronistas Eline Carrano e Kelli Kadanus, a coluna trata de temas do cotidiano e temas como feminismo. A coluna é uma parceria com o projeto Sonhos do Avesso, que as jornalistas gerenciam nas redes sociais. Além da coluna às segundas (Eline Carrano) e terças (Kelli Kadanus), a parceria também prevê a produção de um podcast semanal sobre literatura, que conta com a participação de escritores para discutir temas do cotidiano. O conteúdo é distribuído também no Youtube.
  • Professor Dabliu: a coluna, quinzenal, trata de temas relacionados à educação e é assinada pelo músico e economista Dabliu.
  • Além da Sigla: assinada pela publicitária Jenifer Borges, a coluna aborda temas relacionados ao universo LGBTQIA+ e vai ao ar toda quinta-feira. 
  • Pra que investir: toda sexta-feira, Henrique Costa traz dicas de educação financeira e explica o mundo dos investimentos de forma simples e fácil. 
  • Anexo V: programa semanal, que vai ao ar toda quarta-feira no Youtube, trata da política nacional de uma forma leve e divertida. O programa é uma parceria entre o Regra dos Terços e o Plural e é apresentado pelos jornalistas Kelli Kadanus e Rogério Galindo. 
  • Direito em Português: com o objetivo de traduzir o “juridiquês” e explicar os assuntos que são a bola da vez na discussão sobre Justiça, Kelli Kadanus e Jorge Guerra apresentam toda quinta-feira o programa no Youtube. 

Ao longo da próxima semana, o Regra vai anunciar novos colunistas e outras novidades em seu conteúdo. Acompanhe a gente nas redes sociais para ficar por dentro de tudo!

Regra dos Terços

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