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ENCICLOPÉDIA DOS INVESTIMENTOS – TERMOS DO MERCADO FINANCEIRO

ENCICLOPÉDIA DOS INVESTIMENTOS – TERMOS DO MERCADO FINANCEIRO

Olá querido leitor/querida leitora!

Tudo bem com você? Na coluna de hoje, daremos início a uma série sobre termos do mercado financeiro que o investidor iniciante encontra, mas não tem ideia do real significado, seja por estarem em língua estrangeira, seja pela sua pouca experiência. Não tenho a intenção de expandir essa “enciclopédia” de forma regular, sendo assim, eventualmente retomaremos esse assunto em colunas futuras. Todas as minhas colunas anteriores podem ser acessadas nesse link aqui.

Vamos aos termos de hoje:

  • Long and short: se trata de uma operação que, de forma mais comum, é efetuada no mercado de renda variável. Tal operação sempre se dá com um par de ativos, onde o investidor fica comprado – ou long­ – em um determinado ativo “A”, e, de forma complementar, permanece vendido – ou short – em um ativo “B”. A operação de permanecer vendido no ativo “B” é executada quando um terceiro aluga, por um determinado tempo, esse ativo ao investidor, vendendo-o em seguida, com o compromisso de recomprá-lo e devolver ao cedente no prazo determinado. O investidor ganha dinheiro nos cenários onde (i) “A” sobe de preço e “B” cai, (ii) ambos os ativos sobem de preço, mas “A” sobe relativamente mais que “B”, e (iii) ambos os ativos caem de preço, mas “A” cai menos que “B”. Em resumo, é uma operação complexa em que, ainda que o investidor pessoa física possa operar, é mais comumente efetuada por investidores profissionais ou mesas de operação de fundos de investimento;

  • Hedge cambial: operar de forma “hedgeada” nada mais é do que proteger um ativo que você possui em carteira em relação às oscilações de outro ativo, as quais possam afetar o primeiro. A mais comum delas é o hedge cambial, onde, através de operações adjacentes, o ativo que você possui não sofre as oscilações do dólar em relação real brasileiro. É muito útil para o investidor que deseja auferir ganho em um investimento de forma descorrelacionada a uma moeda estrangeira determinada.

  • Bond: esse termo já apareceu em algumas de nossas colunas passadas. De forma generalista, um bond é o termo em inglês para um título de dívida, pública ou privada. Em terras tupiniquins, títulos do Tesouro Direto, debêntures, CRI’s, CRA’s, LCI’s, LCA’s, dentre outras letras de crédito podem ser consideradas bonds. Geralmente, quando essa palavra aparece, serve para diferenciar um título de dívida estrangeira de um nacional – daí o uso do estrangeirismo. Você ainda poderá encontrar o termo derivado corporate bond, que se refere exclusivamente a títulos emitidos por entes privados.

E aí, o que achou da nossa “enciclopédia”? Lhe ajudou a aprender um pouco mais sobre alguns termos utilizados no mundo dos investimentos?

Até a próxima semana!

Henrique Costa

Henrique Costa é engenheiro eletricista formado pela UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Atua no setor industrial e de energias renováveis há cerca de 10 anos. Entusiasta do mundo dos investimentos, aprendeu desde cedo que poupar e investir é um dos melhores caminhos para se atingir os objetivos da vida. No Regra dos Terços é autor da coluna “Pra que investir?”

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