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Enciclopédia dos investimentos – termos do mercado financeiro

Enciclopédia dos investimentos – termos do mercado financeiro
Foto: Pexels
Coluna Henrique Costa

Olá querido leitor/querida leitora!

Tudo bem? Na coluna de hoje, vamos continuar a expandir nosso vocabulário de termos do
mercado financeiro e de investimentos que você irá encontrar ao longo da sua jornada. Todas as
minhas colunas anteriores podem ser acessadas nesse link aqui.


Vamos aos termos de hoje:

Carry trade: termo em inglês cuja tradução literal poderia ser operação de carrego. É
uma operação feita principalmente por grandes investidores – as montas mínimas
envolvidas são da ordem de milhões de dólares – onde é visado obter rendimentos
operando o diferencial de juros entre dois países. Por exemplo, um grande fundo de
investimentos toma dinheiro emprestado na Europa, cuja taxa básica de juros hoje é perto
de 0%, e investe em títulos do tesouro brasileiro, que atualmente pagam mais de 13% ao
ano. Essa arbitragem permite ganhos a esse investidor, que incorre nos riscos do país
investido – geralmente de países em desenvolvimento, tais como risco jurídico, risco de
default¸ dentre outros;

Breakeven point: outro jargão em inglês que é comum tanto ao mundo dos
investimentos quanto na administração de empresas. Sua tradução corrente é ponto de
equilíbrio. O breakeven point é um indicador imprescindível para demonstrar a
sustentabilidade de um negócio ou de um projeto dentre de uma empresa. Em resumo, ele é
a soma dos recursos investidos na abertura ou início de um projeto, que devem ser
amortizados em um tempo hábil através das receitas geradas pelo empreendimento. Pontos
de equilíbrio com tempo muito dilatado podem indicar a inviabilidade de um investimento
ou de um projeto;

Staking: termo recente utilizado no mundo de investimentos em
criptomoedas. As operações de staking consistem em “travar” o saldo de um determinado
criptoativo em um endereço pré-definido, sem permitir sua venda, a fim de autenticar as
transações da rede desse criptoativo. Como recompensa, o detentor do saldo recebe uma
remuneração – uma espécie de juros – por contribuir ao funcionamento da rede. Se trata de
uma maneira prática de rentabilizar o saldo de investidores de longo prazo desse mercado.

Até a próxima semana!

Henrique Costa

Henrique Costa é engenheiro eletricista formado pela UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Atua no setor industrial e de energias renováveis há cerca de 10 anos. Entusiasta do mundo dos investimentos, aprendeu desde cedo que poupar e investir é um dos melhores caminhos para se atingir os objetivos da vida. No Regra dos Terços é autor da coluna “Pra que investir?”

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