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Enciclopédia dos investimentos – termos do mercado financeiro – Parte 2

Enciclopédia dos investimentos – termos do mercado financeiro – Parte 2

Olá querido leitor/querida leitora! Tudo bem com você? Na coluna de hoje, vamos expandir nosso vocabulário de termos do mercado financeiro, com a parte 2 da nossa enciclopédia dos investimentos. Todas as minhas colunas anteriores podem ser acessadas nesse link aqui.

Vamos aos termos de hoje:

  • Benchmark: termo que já apareceu em algumas de nossas colunas passadas. Um benchmark nada mais é do que uma referência para medir a rentabilidade de um determinada ativo ou fundo. Por exemplo, fundos de investimento em ações nacionais tem como principal benchmark o índice Ibovespa; fundos de renda fixa pós-fixada ou fundos multimercados tem como benchmark o CDI, principal referência do custo de capital ou de oportunidade livre de risco; 
  • Bullish e bearish: Outros dois estrangeirismos que importamos do mercado americano. Os termos se referem ao sentimento dos investidores em relação aos mercados no geral: quando se está bullish, os investidores entendem que está por vir um mercado de alta, ao passo que bearish indica o contrário. A origem deles deriva das palavras em inglês bull e bear – touro e urso, respectivamente. Um touro, quando ataca, o faz com chifres em um sentido de baixo para cima; já o urso, o faz no sentido contrário com suas patas, de cima para baixo. Esse sentido dos ataques dos animais faz alusão ao movimento dos mercados;
  • Put e call: termos que se referem ao mercado de opções, o qual também já tangenciamos em colunas passadas. Puts são opções de venda, que se valorizam quando o ativo adjacente tem seu valor diminuído. Calls são o oposto, se valorizando quando o ativo adjacente também se valoriza;
  • Lastro: termo genérico utilizado no sentido de garantia. Por exemplo, quando você compra um título de dívida – uma LCI, LCA ou mesmo um título público, – o lastro desse título podem ser os ativos que o compões, ou seja imóveis, terras, e, para o caso do título público, a própria solvência do estado brasileiro. No passado, as moedas nacionais eram, em última instância, lastreadas em ouro de posse dos bancos centrais, algo que deixou de acontecer para o dólar após a quebra do acordo de Bretton-Woods, em 1970, pelo presidente Richard Nixon.

Outros termos interessantes também podem ser encontrados no site investopedia.com, que eventualmente uso como fonte para nossa coluna.

Até a próxima semana!

Henrique Costa

Henrique Costa é engenheiro eletricista formado pela UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Atua no setor industrial e de energias renováveis há cerca de 10 anos. Entusiasta do mundo dos investimentos, aprendeu desde cedo que poupar e investir é um dos melhores caminhos para se atingir os objetivos da vida. No Regra dos Terços é autor da coluna “Pra que investir?”

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