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ESG- NOVOS HORIZONTES PARA SEUS INVESTIMENTOS

ESG- NOVOS HORIZONTES PARA SEUS INVESTIMENTOS

Olá querido leitor/querida leitora!

Tudo bem com você? Espero que sim. Hoje, vamos discorrer sobre um tema que está cada vez mais quente – com o perdão do trocadilho – entre os grandes tomadores de decisão mundial: investimentos em ESG. Você sempre poderá conferir meus escritos anteriores nesse link aqui.

Para aqueles que não fazem ideia do que significam essas três letrinhas, aqui vai a explicação: ESG é a sigla em inglês para Environment, Social e Governance, que em bom português poderia ser traduzido para Meio Ambiente, cuidados Sociais e Governança corporativa. Empresas do mundo inteiro tem sido cada vez mais cobrada para que seus atos e decisões visem não somente o lucro para seus acionistas, mas também tragam impacto positivo nas três direções apontadas pela sigla. Obviamente, as empresas de capital aberto, que de forma natural são as líderes em seus respectivos mercados de atuação, são as mais cobradas para adotar tais práticas, servindo como exemplo para as demais.

Indo mais a fundo em cada uma das avenidas ESG, podemos citar algumas medidas que as empresas têm tomado para impactar positivamente a sociedade e seus stakeholders:

  • E – Environment ou Meio Ambiente: políticas de mitigação da pegada de carbono através de sua cadeia de produção, iniciativas para auxiliar na conservação e combate ao desmatamento de biomas em perigo, minimização de impacto causado por rejeitos e efluentes emitidos pelos processos industriais, no caso de empresas inseridas nesse setor, fomento da arquitetura bioclimática em edifícios sede das empresas, dentre outros;
  • S – Social ou cuidados Sociais: empresas que adotam medidas contra o racismo, discriminação por sexo ou orientação sexual, incentivam ou forneçam funding para projetos que auxiliam pessoas em vulnerabilidade social são exemplos daquelas que se inserem nessa vertente;
  • G – Governance ou Governança corporativa: modelos de negócios baseados na ética e boas práticas de mercado, combate à corrupção e à prática de vantagens indevidas, incentivo da concorrência justa e leal para com seus concorrentes, dentre outras;

Ainda que uma empresa possa adotar práticas em todas as vertentes ESG, naturalmente alguns negócios têm mais afinidade entre uma das três direções. Peguemos o caso emblemático da empresa brasileira Ambipar (AMBP3), que recentemente fez sua estreia na B3: seu core business consiste na gestão e atendimento de emergências ambientais, tais como derramamento de óleo ou rompimento de barragens, tudo intimamente ligado a questões de conservação da natureza.

Ainda que de forma paulatina, as ações ESG têm se espalhado continuamente entre empresas não somente de grande porte, mas também de pequeno e médio. Afinal, se queremos um mundo melhor e mais justo, todos nós devemos sair do discurso e ir para as atitudes.

Até a próxima semana!

Henrique Costa

Henrique Costa é engenheiro eletricista formado pela UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Atua no setor industrial e de energias renováveis há cerca de 10 anos. Entusiasta do mundo dos investimentos, aprendeu desde cedo que poupar e investir é um dos melhores caminhos para se atingir os objetivos da vida. No Regra dos Terços é autor da coluna “Pra que investir?”

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