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INVESTIMENTOS EM MOEDA FORTE: A CHAVE PARA FAZER SEU PATRIMÔNIO CRESCER

INVESTIMENTOS EM MOEDA FORTE: A CHAVE PARA FAZER SEU PATRIMÔNIO CRESCER

Olá querido leitor/querida leitora! Como tem estado? Espero que bem e com saúde. Na coluna de hoje, gostaria de falar um pouco sobre investimentos em moeda estrangeira, e como isso ajuda a proteger seu patrimônio ao mesmo tempo que o faz crescer ao longo dos anos. Você sempre poderá conferir minhas colunas anteriores aqui do Regra nesse link aqui.

Ainda que seja um grande passo sair do início da sua poupança – conforme abordamos na semana passada – para a dolarização e internacionalização do seu patrimônio, é fundamental que esse tema seja abordado para aqueles que querem ver seu rico dinheirinho crescer, e, mais importante, não perder valor ao longo do tempo. Aqui cabe a provocação: você acredita que o Brasil é um país política e economicamente estável?

Se você respondeu que sim, lhe passo apenas alguns fatos que vão mudar a sua opinião:

  • Desde a década de 40, nosso país já teve 8 moedas de curso legal diferentes, ao passo que muitos países da Europa ou América do Norte raramente tiveram mais de uma;
  • No século passado, nosso país passou por, pelo menos, 2 regimes ditatoriais. Os Estados Unidos, por exemplo, são uma das mais sólidas democracias desde o começo do século XX;
  • O poder de compra do brasileiro corrigido pelo índice IGP-DI da FGV desde a década de 40 ultrapassa a casa do quatrilhão;
  • Mais recentemente, na década de 80, a inflação ocasionava situações absurdas, como a remarcação de preços diários, ou ainda o confisco de cabeças de gado por parte do governo, a fim de conter os índices inflacionários estratosféricos;
  • A cotação do dólar comercial quase atingiu R$ 6 recentemente – o sonho de conhecer Nova Iorque ou a Disney ficaram cada vez mais distante para o brasileiro comum;

O primeiro e terceiro ponto acima foram extraídos do livro “A moeda e a lei”, do economista Gustavo Franco. Muito outros poderiam ser elencados, mas acredito que somente com esses o leitor/a leitora possa chegar a conclusão que o Brasil não é considerado um país estável de se investir – ou de se guardar o patrimônio – se comparado a outras nações. Mas para quem vive aqui, qual seria a solução para esse dilema?

Ainda que soluções completas somente façam sentido caso a caso, todas elas passam, em menor ou maior grau, na diversificação geográfica e de risco dos seus investimentos. Comprar moedas de países mais estáveis, também conhecidas como moedas fortes – dólares, francos suíços, libras, euros, dentre outras – seria a maneira mais direta de manter o poder de compra dos seus bens. Alternativamente, investir em ativos ou fundos de investimento que são denominados ou cotados em moeda forte são uma opção mais fácil e acessível para fugir do home bias – a recente mudança nas regras para se investir em BDR’s e ETF’s do exterior na B3 exemplifica essa facilidade.

Você já havia pensado na possibilidade de investir em dólares ou francos suíços, por exemplo? Conhece alguém que já faz esse tipo de investimento? Comenta para mim!

Até a próxima semana!

Henrique Costa

Henrique Costa é engenheiro eletricista formado pela UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Atua no setor industrial e de energias renováveis há cerca de 10 anos. Entusiasta do mundo dos investimentos, aprendeu desde cedo que poupar e investir é um dos melhores caminhos para se atingir os objetivos da vida. No Regra dos Terços é autor da coluna “Pra que investir?”

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