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Podcast Joelho Roxo: Motorista platônica e aventuras no trânsito

Podcast Joelho Roxo: Motorista platônica e aventuras no trânsito
Foto: Dakota/Pexels

Aprender a dirigir ou tirar a carteira para alguns pode ser um verdadeiro estresse, mas para outros pode ser algo tranquilo. Na maioria das vezes é um processo intenso. Só quem já tirou, ou está tentando tirar a CNH, entende as aventuras desta fase da vida. 

Se você já ficou desanimado por reprovar no teste mais de uma vez, ou por ter raspado a lateral do carro após ter aprendido a dirigir, calma porque as apresentadoras do podcast semanal Joelho Roxo, Kelli Kadanus e Aline Brandalise, te mostram que você não está sozinho nessa. 

Com certeza a parte mais tensa em tirar a carteira é a prova prática e todo o nervosismo que ela envolve. E para Aline não foi diferente, ela conta que reprovou três vezes tentando tirar a CNH. “Eu reprovei cinco vezes na prova prática, cinco não, três. Porque duas vezes não levaram o carro, ai como que eu vou passar se eu não tenho a ferramenta. Minha auto escola, simplesmente não levava meu carro, uma vez porque o carro quebrou e outra vez levou um carro totalmente diferente”.

O nervosismo era tanto na hora da prova, que Aline não chegou nem a passar da baliza nas vezes que fez o teste. “Eu nunca fui para rua, eu não pude mostrar os meus dotes para aquelas pessoas, eles não conhecem meu talento de motorista, infelizmente. Eles só viram o que eu estava fazendo errado por puro nervosismo”, conta.

Kelli, que passou direto no exame prático, nunca sentiu muita dificuldade em dirigir, mas já passou por algumas aventuras, batendo e arranhando o carro algumas vezes. Questionada por Aline, quantas vezes isso aconteceu, ela não soube responder. “Não sei nem fazer essa conta […] tem uma hora que você se acostuma”, explicou Kelli dando risada.

Para se ter uma noção dos incidentes, a jornalista já derrubou duas (quase três) vezes o portão da casa dos pais, na primeira vez estava aprendendo a dirigir e trocou os pedais do freio com o do acelerador. 

Em uma outra vez, ela contou que tinha voltado da faculdade e ao chegar em casa esqueceu de puxar o freio de mão do carro. E quando ela foi abrir o portão, o veículo desceu e quase atropelou ela. “Eu estava destrancando o portão para entrar com o carro, o carro começou a descer a descidinha. E eu pensei: não posso derrubar esse portão de novo, meu pai vai me matar. Seria a terceira vez.”

Com medo do incidente voltar a acontecer e sem pensar muito na situação, ela explica que teve a ideia de segurar o carro. “O carro me prensou no portão e meu pensamento era: ‘eu não posso derrubar o portão’. Pensei como que eu vou fazer pra sair daqui e tirar o carro sem derrubar o portão. Eu fui saindo meio de ladinho, tava meio prensada, voltei para o carro, dei a ré, coloquei o carro na garagem e não derrubei o portão”, revela orgulhosa.

Kelli também passou por alguns perrengues dirigindo um Fusca 73, que foi construído pelo pai dela. “ A minha embreagem era presa com um cabo de samambaia, uma corrente de samambaia”, relembra. Ela conta que o veículo além de trazer muitas aventuras, também teve muitos problemas técnicos, “já fiquei sem freio, sem acelerador, sem embreagem”. 

Quem nunca deu aquela arranhadinha no muro, pulou uma lombada sem querer, entrou na rua errada, entrou no carro errado (não?), se autoatropelou (nunquinha?), entre outras pequenas trapalhadas no trânsito, né gente. Apesar de todos os incidentes, somos boas motoristas SIM. Venha ouvir a Aline Brandalise e a Kelli Kadanus contando seus causos no trânsito!

Segundo ela, uma vez foi dar carona para alguns amigos e por conta da embreagem que não funcionava eles tiveram que furar alguns sinais vermelhos e foram parados pela polícia.

“Uma das 15 pessoas que estavam no carro era o Rodrigo, também conhecido como Xuxu e ele falou deixa que eu dirijo. Xuxu não tinha carteira. Esse método não dá para colocar a primeira para arrancar, você pode ir, mas você não pode parar. Um sinal do trilho do trem fechou, era no Bacacheri e ele olhou pra mim “e aí, paramos ou continuamos?” E eu falei: continua. E ele furou o sinal, só que quando ele furou o sinal tinha uma viatura da polícia do lado.”, descreve o desastre.

Fora as aventuras no volante, elas ainda deixaram claro que são ótimas motoristas, mesmo Aline se considerando apenas uma motorista platônica.

Rafaela Moreira

Jornalista, repórter do Regra dos Terços e diretora de programas de televisão na TV Band e na Rede Super.

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