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MANIFESTANTES VÃO ÀS RUAS NESTE DOMINGO PARA PEDIR IMPEACHMENT DE BOLSONARO

MANIFESTANTES VÃO ÀS RUAS NESTE DOMINGO PARA PEDIR IMPEACHMENT DE BOLSONARO
Foto: Marcos Corrêa/PR

Neste domingo (12), estão previstas manifestações em vários pontos do país para pedir o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os atos estão sendo organizados pelo Movimento Brasil Livre (MBL) em parceria com o grupo Vem Pra Rua., movimentos que tiveram protagonismo nas manifestações pelo impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2016.

“Pelas mentiras e estelionatos eleitorais. Pela aliança com os corruptos. Pelas rachadinhas e pela propina na vacina. Pelas 520 mil vidas perdidas”, descreve o Movimento Brasil Livre (MBL) nas publicações de chamamento para os atos . 

Bolsonaro
Foto: Marcos Corrêa/PR

Até o momento, há manifestos previstos em São Paulo (SP), Brasília (DF), Rio de Janeiro (RJ), Florianópolis (SC), Fortaleza (CE), Belo Horizonte (MG), Goiânia (GO), Porto Alegre (RS) e Vitória (ES). 

Com a hashtag #12SetForaBolsonaro o movimento está sendo organizado nas redes sociais e já recebe apoio de parlamentares como a deputada federal Tabata Amaral (PDT-SP), que se manifestou nas Twitter afirmando que está nos atos em São Paulo. “O momento exige união das forças democráticas. Precisamos dar um basta a esse governo autoritário, corrupto e incompetente, que ignora o sofrimento da população. Impeachment Já é a resposta às muitas crises que vivemos”, escreveu. Até o momento, apenas o partido PDT confirmou oficialmente apoio aos atos. 

Outras legendas, especialmente de esquerda, ainda discutem a adesão ao ato organizado pelo MBL.

7 de setembro

As últimas falas de ódio e ameaças do presidente contra os Poderes e principalmente contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes, relator do inquérito das Fake News, inflamou manifestações de cunho violento contra o Supremo e o Congresso em 7 de setembro. 

O presidente discursou durante as manifestações de São Paulo e em Brasília. Na Avenida Paulista, em São Paulo, Bolsonaro chegou a dizer a apoiadores que não respeitaria mais decisões do ministro Alexandre de Moraes, principal alvo da ira do presidente. 

Nos dias seguintes, manifestantes continuaram na Esplanada dos Ministérios, em Brasília, pedindo que o presidente decretasse Estado de Sítio. Caminhoneiros bloquearam BRs em diversos trechos do país em apoio ao presidente. No entanto, na tarde de quinta-feira, por meio de uma carta, Bolsonaro escreveu que nunca teve “intenção de agredir quaisquer dos Poderes” e que as ameaças feitas por ele ao Supremo Tribunal Federal (STF) no feriado de 7 de setembro foram pelo “calor do momento”.   

Wanessa Alves

Estudante de jornalismo na Universidade de Brasília (UnB) e estagiária no Regra dos Terços. 

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