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Estátua em homenagem a Marielle Franco é inaugurada nesta quarta-feira (27) no Rio de Janeiro

Estátua em homenagem a Marielle Franco é inaugurada nesta quarta-feira (27) no Rio de Janeiro
(Foto: Divulgação - Instituto Marielle Franco)

Uma estátua da vereadora Marielle Franco é inaugurada nesta quarta-feira (27) no Buraco do Lume, na Praça Mario Lago, no Centro do Rio de Janeiro. Esta data carrega o simbolismo do aniversário da vereadora, a qual completaria 43 anos se não tivesse sido assassinada a tiros em 2018. A homenagem foi organizada pelo Instituto Marielle Franco, que também se preocupou com possíveis atos de vandalismo à peça. Segundo o Instituto, a Prefeitura do Rio de Janeiro disponibilizou guardas municipais e câmeras para fazer a vigilância da estátua até o momento de sua inauguração. 

Esculpida pelo artista Edgar Duvivier, pai do humorista Gregório Duvivier, a estátua de Marielle foi feita em tamanho natural (1,75m), financiada com doações de 600 pessoas. A estética da estátua foi pensada por Edgar, pela família de Marielle e por opiniões da própria população, através de uma consulta pública nas redes sociais do Instituto Marielle Franco. 

Dessa forma, foi decidido que Marielle seria representada com seu gesto característico de luta, ou seja, com o punho erguido para cima. Outra característica da vereadora que foi preservada na estátua foi seu sorriso, que simbolizava a luta com afeto. Ainda, seu corpo foi esculpido em cima de um caixote, objeto sobre o qual ela costumava fazer seus discursos.

Além disso, o local de sua instalação é simbólico: o Buraco do Lume era o local onde Marielle prestava contas à população sobre sua atuação como vereadora, todas as sextas-feiras. Segundo a assessoria do Instituto Marielle Franco, “a ideia é homenagear quem dedicou a sua vida para lutar pelos direitos de todas e todos! Vamos celebrar e erguer homenagens a quem dedicou sua vida para defender um mundo mais justo”.

Marielle foi morta há 4 anos, na madrugada do dia 14 de março de 2018, a então vereadora do Rio de Janeiro e seu motorista, Anderson Gomes, foram brutalmente assassinados em uma emboscada e até hoje não há conclusão sobre o mandante do crime.

Letícia Fortes

Estudante de Jornalismo na PUCPR e estagiária do Regra. Escrevo para evidenciar e esclarecer assuntos que exigem nossa atenção, pois essa é minha forma de defender uma comunicação humanizada, acessível e engajada socialmente.

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