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Termos do mercado financeiro

Termos do mercado financeiro
Foto: Pixabay
Coluna Henrique Costa

Olá querido leitor/querida leitora! Tudo bem com você? Na coluna de hoje, vamos conhecer mais alguns termos comuns do mercado financeiro e de investimentos que podem lhe auxiliar em sua jornada. Todas as minhas colunas anteriores podem ser acessadas nesse link aqui.

Vamos aos termos de hoje:

  • Dívida líquida: uma das métricas mais importantes na análise fundamentalista de empresas e ativos, a dívida líquida é o resultado de todas as obrigações menos as disponibilidades de caixa. Esse indicador também é a base para outras métricas como a dívida líquida/EBITDA. Uma empresa com baixa dívida pode indicar um investimento acertado, ainda que outros fatores devam ser levados em consideração; a exceção podem ser setores que historicamente são mais alavancados, mas que remuneram bem seus acionistas, como empresa de saneamento e utilities
  • EBITDA: acrônimo vindo da língua inglesa para Earnings Before Interest, Taxes, Depreciation and Amortization. No português, seu equivalente é o acrônimo LAJIDA – Lucro Antes de Juros, Impostos, Depreciação e Amortização. É outro indicador muito utilizado em análise fundamentalista de ativos. O EBITDA serve como retrato da lucratividade do negócio face a suas atividades principais: mostra ao investidor se o core bussiness que a empresa se propõe a entregar para sociedade é, de fato, entregue, remunerando-a por isso. Por retirar dessa análise gastos tributários e de pagamento de juros, é muito útil para comparar empresas de setores e geografias distintas;
  • FFO: sigla inglesa para Funds From Operation – traduzindo literalmente para fundos da operação. É um indicador utilizado principalmente na análise de Fundos Imobiliários, os FII’s. O FFO indica quanto caixa contínuo um ativo pode gerar para seu cotista. Em FII’s, a receita advém dos aluguéis, pagamentos de títulos ou venda de ativos dentro do seu balanço, sendo revertidos em distribuição de lucro ao cotista. O FFO analisa o quanto um FII é capaz de gerar resultado através de suas operações recorrentes – aluguéis e recebimento de títulos de dívida adjacentes ao fundo –, descontado de ganhos não recorrentes – como venda de imóveis da sua carteira. Isso mostra qual a capacidade e sustentabilidade do fundo frente ao longo prazo.

Até a próxima semana!

Letícia Fortes

Estudante de Jornalismo na PUCPR e estagiária do Regra. Escrevo para evidenciar e esclarecer assuntos que exigem nossa atenção, pois essa é minha forma de defender uma comunicação humanizada, acessível e engajada socialmente.

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