MOVIMENTO DEMOCRACIA SEM FRONTEIRAS ALERTA PARA ESCALADAS DE REGIMES DITATORIAIS NO MUNDO

Nesta quarta-feira (15) é comemorado o Dia Internacional da Democracia. A data foi determinada pela Assembleia Geral das Nações Unidas (AGNU) desde 2017, e tem como intenção relembrar a “Declaração Universal da Democracia”, assinada por 128 países em setembro de 1997. 

O movimento Democracia Sem Fronteiras fez um alerta para o número crescente e alarmante de países que se encontram em ditaduras. Nesta data tão emblemática, o grupo vai realizar um manifesto, a partir das 19h, em frente ao Congresso Nacional, que é a representação máxima da democracia de um país. Esse ato visa alertar as autoridades para a necessária luta à favor da democracia mundial e do desenvolvimento de ações democráticas e alcance de liberdade para todos.

CANVA

“É um direito e devemos lutar por aqueles que não têm essa possibilidade”, declarou o presidente do movimento Democracia Sem Fronteiras, Jorge Santos. “Assistimos países como Ucrânia, Bielorrússia, Afeganistão, Cuba, Venezuela, China e tantos outros retrocederem. É alarmante o número de países que ainda se encontram em ditaduras”, afirma Jorge.

O presidente do movimento ainda lembra que milhões de pessoas não têm o que comemorar neste dia. “Precisamos sempre lembrar que a democracia é um valor fundamental, nesse dia internacional milhões de pessoas não tem o que comemorar, nossa intenção é chamar atenção para isso. Há violações democráticas no mundo inteiro, porém não vemos os outros países preocupados com isso”, afirma.

Segundo a visão do movimento, o Brasil tem uma democracia recente e que enfrenta os desafios diários e em meio a momentos conturbados se mantém forte e resiliente. “As nossas instituições são fortes, independentes e harmônicas – o que sempre devem prevalecer, juntamente com a imprensa independente, liberdade religiosa e de expressão, e as eleições livres”, destaca o presidente do movimento.

Sobre o movimento

O Democracia Sem Fronteiras surgiu em 2019 como movimento de defesa e fortalecimento do direito à democracia no mundo. Desde então, o grupo, desvinculado de partidos políticos, chama a atenção do Brasil para as violações de Direitos Humanos e de liberdades, como de religião e de imprensa, como ocorre em países com regimes autoritários, como a China e Venezuela.

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