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Partidos pedem suspensão de decreto das armas durante eleições

Partidos pedem suspensão de decreto das armas durante eleições
Foto: Sérgio Lima/ @sergiolimafoto

Foi pedido ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) nesta quarta-feira (13) que durante o período eleitoral seja suspenso o decreto de armas. As lideranças dos partidos PT, PCdoB, PSol, PSB, PV, Solidariedade e Rede se reuniram com o ministro Alexandre de Moraes, que vai assumir a presidência do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), em 16 de agosto, para pleitear a proposta.

O documento pede que nos dias 2 e 30 de outubro, primeiro e segundo turno das eleições, seja proibido a circulação de pessoas portando armas. Que seja permitido apenas para membros das Forças de Segurança no exercício da atividade, como policiais e seguranças. Na Câmara, alguns líderes também assinaram um requerimento que solicita a suspensão da liberação do porte de armas na semana que antecede o dia da votação e uma semana após o resultado.

“O processo eleitoral, a segurança dos eleitores e dos candidatos, notadamente os de oposição ao Governo vigente, estão sob elevado risco, inclusive de vida, num momento em que se agudizam as ameaças e os ataques da turba ensandecida, incentivadas e estimuladas pelo canto do aboio que desde o início do atual mandato presidencial se faz presente, como expressão de ódio, intolerância e incapacidade de convivência democrática”, diz o documento entregue ao TSE.

Os partidos de oposição relatam que estão com medo da intolerância política no país. Principalmente depois do assassinato do tesoureiro do PT e guarda municipal Marcelo Arruda, que foi morto pelo policial penal Jorge Guaranho. O caso aconteceu no último sábado, quando Arruda comemorava seu aniversário com uma festa temática do PT. Guaranho é bolsonarista e invadiu a festa gritando “Aqui é Bolsonaro”.

Uma representação contra o presidente Jair Bolsonaro também foi apresentada por alguns líderes. O pedido solicita que o TSE crie medidas para evitar e punir casos de violência política e que determine que Bolsonaro seja multado, caso faça qualquer discurso incitando a violência contra seus opositores.

Rafaela Moreira

Jornalista, repórter do Regra dos Terços e diretora de programas de televisão na TV Band e na Rede Super.

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