fbpx

Podcast Joelho Roxo conta causos sobre app de relacionamentos

Podcast Joelho Roxo conta causos sobre app de relacionamentos
Foto: Pexels

No segundo episódio do podcast semanal Joelho Roxo com as apresentadoras Kelli Kadanus e Aline Brandalise, jornalistas e cronistas, o tema foi aplicativos de relacionamentos. Intitulado “Tinderela”, as duas contam com muito humor sobre suas próprias experiências nas plataformas.

Um dos relatos feitos pela Aline, ela conta que “deu match” em um homem por achar sua postagem no app engraçada e irônica, mas na verdade quando percebeu que era séria desistiu do like. “Um dia apareceu um cara que tinha uma foto com a boca aberta muito grande. E o cara era bonitinho e tinha mais duas outras fotos normais. Eu quase dei match com o cara, eu só não dei porque tinha o Instagram dele logado junto. E todas as fotos do Instagram dele eram fotos dele com a boca super aberta e a descrição das fotos era: “imagine o seu pé aqui dentro, nessa aqui cabe até o tornozelo”. Quase dei match achando que era um cara engraçadinho, porque eu sempre vejo achando que é uma piada e às vezes não é.”

A jornalista disse que sempre coloca descrições engraçadas nas plataformas, pois acredita que quem enxergar a ironia, vai ter um pensamento como o dela e puxar um assunto. “Eu sempre coloco uma frase engraçadinha assim, porque os caras normalmente não sabem puxar papo e funciona… É uma forma da pessoa vir, a que sabe ler né, porque tem muito cara que não faz questão de ler”, brincou Aline.

Aline afirma que para ela dar o like em um homem não significa que vai namorar ou até mesmo encontrar a pessoa. “Eu sempre falo que o meeting não significa nada, o meeting é [como se fosse] um coloquei no carrinho. Vou levar pra casa? Não sei”, explica. Segundo ela, as plataformas têm pessoas diferentes e às vezes os homens exageram em suas descrições e apelam na hora da paquera. 

“ Uma coisa que [eu acho] assustadora no Facebook Namoro é que os caras podem comentar a sua foto e você também pode ver o comentário. E às vezes dá meio nojinho, você olha o comentário e tá: “gata, ou deliciosa” Uma vez tinha: “Olá, gostaria de uma chance de ser seu esposo”. E eu [acho que] não estou casada porque esses que querem ser meu esposo, eu não dou like”, zombou Aline.

Ela ainda afirma que dar o like em uma pessoa não quer dizer que ela vai encontrar, sair ou conversar com a pessoa.

Para Kelli, as plataformas não a ajudaram a encontrar homens legais. Ela contou que já teve dois encontros por meio dos aplicativos, mas que ambos foram um desastre. “Teve um cara que eu saí umas três vezes, no começo ele era legal, mas ele foi ficando menos legal. No primeiro encontro ele era muito legal, ele era engenheiro e a gente tinha assunto em comum. Mas no segundo encontro eu percebi que ele se formou em engenharia, mas era sustentado pelos pais, com quase 30 anos. No terceiro encontro eu já fui com um pouco de preguiça, não rolou, bloqueei”, descreveu. 

Mas fora os encontros desastrosos, as duas contaram conhecer casais que deram certo e se conheceram por meio dos aplicativos de relacionamentos e que estão juntas até hoje.  “Eu tenho duas amigas que conseguiram caras muito bons no Tinder.  Uma foi no Tinder e a outra do Adote um cara. Casaram e têm filhos [com eles]”, explicou Kelli.

Neste episódio de Joelho Roxo, Aline Brandalise e Kelli Kadanus falam sobre aplicativos de relacionamento. 
Não tá fácil pra ninguém, mas pra alguns é menos fácil que pra outros né! 
Vem ouvir essas histórias!

Ficou curioso? Saiba todos os causos no Podcast Joelho Roxo e divirta-se com as histórias de Kelli e Aline!

Rafaela Moreira

Jornalista, repórter do Regra dos Terços e diretora de programas de televisão na TV Band e na Rede Super.

Deixe uma resposta

La Brea da vida real Macabras pedras da fome surgem na Europa 3 músicos independentes que você precisa conhecer O que você não sabe sobre povos indígenas ​9 curiosidades sobre seu gato
%d blogueiros gostam disto: