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Podcast Joelho Roxo estreia nesta sexta-feira para tratar de “trapalhadas” do cotidiano

Podcast Joelho Roxo estreia nesta sexta-feira para tratar de “trapalhadas” do cotidiano

Estreou nesta sexta-feira (1) o novo podcast do Regra dos Terços. Apresentado pelas jornalistas e cronistas Kelli Kadanus e Aline Brandalise, Joelho Roxo é um podcast semanal, com formato de bate-papo, que traz um misto de humor, leveza e cotidiano. Segundo as jornalistas, o programa vai tratar de “tombos e tropeços do corpo e do coração”. No primeiro episódio, chamado “Nós trupica e super cai”, Kelli e Aline contam alguns episódios constrangedores de suas vidas envolvendo tombos e acidentes, com o objetivo de descontrair e rir desses momentos.

Um dos casos contados no primeiro episódio por Kelli foi sua reação após sofrer um acidente de carro. Na ocasião, ela bateu a cabeça no banco do motorista e teve de ser atendida por um socorrista, que cobriu seu machucado com um curativo antes de qualquer exame preliminar. Kelli, contudo, achou que estava liberada do atendimento médico. “Eu só pensei: preciso ir embora, preciso acordar cedo para ir trabalhar, então já vou descer e ir para casa. Mas quando fui descer da ambulância, eu estava meio bêbada e tinha perdido um pouco de sangue, e o que aconteceu? Caí da ambulância”, brinca Kelli.

Já Aline afirma que está tão acostumada com seus tropeços na vida que não sabe nem mesmo dizer qual é a origem das manchas roxas de pancadas que aparecem no seu corpo. “Eu me bato, mas para mim já é tão normal que nem dói mais direito. Eu só vou me batendo, as coisas vão se jogando na minha frente, e eu vou andando, sabe?”, ironiza Aline. Ela afirma que, mesmo antes do aniversário de 15 anos de sua irmã, conseguiu tropeçar de alguma forma e machucar seu joelho, chegando na festa com o corpo cheio de manchas roxas. 

Além disso, Aline revela que seus tropeços não trazem apenas machucados no corpo, mas prejuízos financeiros com os objetos que costuma quebrar sem perceber. “Todas as vezes que eu vou varrer minha casa, vai surgir um caco de vidro, porque tenho muito costume de quebrar as coisas”, brinca. Ela conta que também sofreu um acidente de carro por imprudência de um motorista no trânsito, e a força do impacto lhe fez bater a cabeça no vidro, quebrá-lo e, posteriormente, levar 27 pontos no rosto. “E eu preocupada com as provas no outro dia”, brinca Aline. “Tive que me alimentar por mamadeira durante vários dias, porque cortei toda a minha boca, igual o Coringa e o Chuck, mas sentindo dor zero.” 

Noias e manias Joelho Roxo

No Joelho Roxo dessa semana, Aline Brandalise e Kelli Kadanus falam sobre manias bem peculiares! Vem ouvir!
  1. Noias e manias
  2. Boas alunas
  3. Boa motorista, sim
  4. Primeiro amor
  5. Medos e fobias

Além disso, Aline conta que começou a usar uma tintura medicinal de arnica para aliviar a dor, após um farmacêutico de confiança de sua mãe recomendar o uso. “Ele me disse: ‘olha, você coloca a arnica em um copo e bebe’, como se fosse uma dose de pinga. Fui lá no outro dia e pedi: ‘André, preciso de mais arnica, porque a minha acabou'”. Foi a partir desse momento que Aline levou mais um tropeço na vida, pois estava ingerindo arnica pura, em infusão de álcool, em vez de diluída em água. Por isso, Aline não estava sentindo dor devido à dose exagerada de arnica. “Conclusão: passei os primeiros dias muito bêbada de arnica”, brinca. “E ainda, quando eu comecei a abrir a boca, saiu um caco de vidro que estava dentro do meu aparelho!”, se espanta. 

Além disso, Kelli e Aline trazem um quadro chamado “Evite hematomas” ao final dos episódios, no qual trazem um conselho de vida para ajudar o ouvinte a evitar os mesmos momentos constrangedores que passaram. Porém, esse conselho deve ser feito de improviso, com três palavras aleatórias e pré-selecionadas. “O Ministério da Saúde adverte: se o Coringa aparecer no seu aniversário de 15 anos, afaste-o da pinga”, aconselhou Aline. “O Ministério da Saúde adverte: se você for andar de ambulância, cuidado com as escadas e chame um jornalista para cobrir esse momento”. 

Não entendeu nada? Ouça o podcast Joelho Roxo e divirta-se com as histórias de Kelli e Aline!

Letícia Fortes

Estudante de Jornalismo na PUCPR e estagiária do Regra. Escrevo para evidenciar e esclarecer assuntos que exigem nossa atenção, pois essa é minha forma de defender uma comunicação humanizada, acessível e engajada socialmente.

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