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Terceiro episódio do Podcast Joelho Roxo aborda medos e fobias de forma descontraída

Terceiro episódio do Podcast Joelho Roxo aborda medos e fobias de forma descontraída
Foto: Mart Production/ Pexels

Levar um susto ao ver um animal, sentir um frio na barriga ao falar em público, não olhar para baixo quando está em um andar alto de um prédio são reações comuns e que quase todo mundo tem. É difícil encontrar alguém que não tenha medo de algo, ou até mesmo fobia. E esse foi o assunto do terceiro episódio do podcast semanal Joelho Roxo, de um jeito leve e descontraído as apresentadoras Kelli Kadanus e Aline Brandalise contaram histórias sobre o que as assusta ou até mesmo fazem elas entrarem em pânico. 

Segundo a jornalista Kelli Kadanus, algo que ela tem muito medo é de se afogar e o pavor é tanto que até no banho ela tem receio da água. “Eu não consigo respirar embaixo da água, para mim é muito difícil. Por exemplo: eu vou lavar o rosto, eu tenho que prender a respiração, eu entro rapidinho lavo o rosto, aí eu saio e respiro […] para lavar o cabelo a mesma coisa”. Ela reforça que o medo é tanto que ela não consegue mergulhar nem no mar, nem na piscina. “Não entro no mar até para cima do umbigo. [Quando eu] levo um caldo no mar eu acho que vou morrer, eu acho que eu to morta, encontrando Iemanjá”, descreve dando risada.

Kelli revela que mesmo tendo muito medo de água já cogitou mergulhar em alto mar e em uma viagem quase conseguiu superar a fobia. “Uma vez eu fui para Natal passar férias, eu falei para os amigos que me receberam ‘eu quero fazer esse passeio de barco para nadar com golfinhos’. Só que eu só me toquei que nadar com golfinhos envolvia nadar. Quando eu cheguei em alto mar e me falaram ‘pula’, eu falei ‘não pulo’. Foi um terror, eu fui mas porque minha amiga e o namorado dela prometeram não soltar minha mão. Fiquei com muito medo, não cheguei nem perto de um golfinho, não consegui sair de perto do barco”, zomba dela mesma.

Já a jornalista Aline contou que não tem medo de água, mas que em um mergulho quase teve uma crise de claustrofobia. “Eu fui mergulhar em Sepultura, uma praia de Santa Catarina só que não é exatamente pela água [o medo]. Eu tenho um pouco de claustrofobia e o lugar que a gente foi melhor não era no mar abertão. Era um lugar que você vê vários peixinhos, é como se o chão estivesse muito perto e de estar muito perto foi me dando uma agonia”. 

Quando questionada se tinha medo de algum animal, Kelli revelou que tem fobia de rato. Ela contou que uma vez ficou chegou a ficar em cima do muro da casa de uma amiga para se esconder do animal. “Eu to na casa da Eline, uma amiga minha, e comecei a ouvir um barulho no assoalho e falei para ela: ‘amiga acho que tem algum bicho preso no assoalho, ou no teto e de noite faz um barulho muito isquisito. E ela na maior naturalidade ‘sim, é o Alfred”, descreveu. Segundo o relato, um dia o rato conseguiu sair do assoalho e ela ficou muito nervosa com a situação por conta do pavor que sente pelo bicho. 

“Eu pisei em casa e ele saiu da cozinha, eu sai correndo, gritando, enlouquecida. Sai correndo, subi de novo no muro e daí nisso eu vi o Alfred correndo para fora de casa, o Joey meu cachorro correndo atrás do Alfred. Erick, meu marido, atrás do Joey [..] O cachorro e o meu marido foram tentar catar o Alfred no meio do quintal e não achou. Foi uma tragédia, eu estava nervosa, chorando, coração acelerado, com enxaqueca”.

Todo mundo tem um medo um pouco irracional de alguma coisa, né? Neste episódio de Joelho Roxo, Aline Brandalise e Kelli Kadanus conversam sobre medos e fobias!

Diferente de Kelli, Aline conta que não tem medo nenhum de ratos, muito pelo contrário, acha eles bonitinhos. “Eu morro de dó e tenho que proteger todos eles. Um dia eu estava no meu quarto, eu estava deitada e vi o ratinho. Juro parece cena de filme, foi a coisa mais fofinha. Ele correu assim, parou na minha frente e ficou nos dois pézinhos com as patinhas da frente e me olhou com uma cara de: ‘Me proteja mamãe’ [..] Sapo, lagartixa, rato eu acho tudo fofinho e queria para mim”.

Porém Aline confessa que sente pavor de um tipo de bicho, que já foi até picada pelo peçonhento e que tem sonhos ruins com ele. “Eu tenho pesadelo com aranha, desde de criança eu tinha pesadelo com aranhas nos rostos das minhas bonecas. Aranha é o único bicho que eu tenho medo mesmo. [Mas] eu sei que é um medo irracional, que eu sou maior que ela”.

No quadro final “Evite hematomas” que traz um conselho improvisado sobre a vida com três palavras aleatórias escolhidas durante o programa, Kelli aconselhou: “Ministério da Saúde adverte, se você ver Alfred no chuveiro, não fique em cima do muro, mate!”.

E no final Aline ainda acrescentou que as pessoas têm medo de rato por conta da peste negra, que foi uma pandemia de 1347 a 1353 e causou a morte de 50 milhões de pessoas na Europa. A peste foi causada pela bactéria Yersina pestis, que é encontrada em ratos.

“Antes disso as pessoas não tinham esse pavor de rato, ele se tornou um símbolo muito forte de doença depois que essa pandemia que aconteceu. [Nesta época] o rato começou a representar um perigo muito real e muito importante”, explicou Aline.

Quer conferir as histórias e se identificar com as meninas? Ouça agora o 3º episódio.

Rafaela Moreira

Jornalista, repórter do Regra dos Terços e diretora de programas de televisão na TV Band e na Rede Super.

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