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Joelho Roxo traz histórias de amor, traição e crimes

Joelho Roxo traz histórias de amor, traição e crimes
Foto: Yan Krukov/ Pexels

É difícil encontrar alguém que tenha tido um primeiro amor igual é descrito nas histórias clássicas de romance, com amores que perduram por anos, se reencontram, casam, têm filhos, e acabam com um final feliz. Geralmente as verdadeiras histórias de amor são mais engraçadas do que bonitas, muitas vezes até tragédias e que podem gerar bastante constrangimento. E esse foi o tema da semana do podcast Joelho Roxo na apresentação das jornalistas e cronistas Kelli Kadanus e Aline Brandalise.

Elas abriram o coração e falaram sobre amor, desde os primeiros, os platônico como o amor por um famoso até relacionamentos reais como namoros que duraram anos. 

Aline conta que o começo da vida amorosa dela foi com uma paixão platônica pelo Junior, da dupla famosa Sandy & Junior. “O meu primeiro amor, muitos de vocês já devem saber quem é. Foi o Junior de Sandy & Junior. E é meu primeiro amor real, eu tinha uns 3, 4 anos […] e quando perguntavam quem é seu namorado, eu mostrava o Junior na fita”, revela.

E a paixão segundo ela era tão intensa que até hoje ela admite ter uma quedinha por ele. “Eu tenho um diário que eu escrevia quando eu era criança e eu jurava que ia mandar para eles, eram cartas no diário que falava assim “Junior, sei que sou sua fã, mas eu não me imagino só como uma fã, eu me imagino como se eu fosse sua amiga, ou quem sabe algo mais”. É um amor real que eu carrego até hoje comigo”. 

Questionada sobre seu primeiro amor, Kelly contou que foi um garoto mais velho que cuidava dela na van escolar e que diferente de Aline não teve amores platônicos por famosos na infância. O primeiro amor da vida da jornalista foi um menino que ela namorou no ensino médio e o romance durou alguns meses entre idas e vindas. 

“Foi um namoro muito bonitinho […] Eu terminei com ele porque me deu ar assim, falei “não quero mais, acho que eu gosto de outra pessoa”. Aí eu me arrependi muito, a gente terminou porque eu fui ficar com outra pessoa. Mas depois a gente voltou e ele me traiu. Mas por incrível que pareça eu não tenho mágoas, porque eu acho que eu também fui um pouco filha da p* com ele”, explicou Kelly.

Aline conta que algumas de suas experiências românticas não foram tão boas, que uma vez reencontrou um amor de infância e acreditou que o destino queria eles juntos, mas que o rapaz não era o que ela imaginava “o cara era um salafrário, estelionatário”.

Uma vez ela foi passar férias na casa da tia quando tinha 13 anos e lá conheceu esse menino que era 5 anos mais velho. Contudo a Aline acabou se apaixonando por ele, escreveu no diário dela sobre ele, ficou imaginando o que poderia ter acontecido se eles tivessem se envolvido. Mas nada aconteceu e ela acreditou que a paixão pararia por ali.

Sete anos depois eles se reencontraram em uma rede social, conversaram e o homem confidenciou que também foi apaixonado por ela na época e que a procurou na internet por anos. Mas mal imaginava ela o que estava por vir.

“Eu pensei que era o destino, a minha Aline de 13 anos jamais ia me perdoar se eu não tentasse ficar com esse menino. Ficamos um tempo, eu fui para Curitiba, ele para Ponta Grossa, um monte de rolê. E no final das contas o cara era um salafrário, estelionatário. Ele dizia que vendia equipamento de tecnologia [e vendeu] para um monte de amigo meu e sumiu com o dinheiro.”

Segundo ela, o homem mentia sobre várias coisas e chegou até a criar perfis falsos nas redes sociais para impressioná-la. “Ele criou o perfil de uma guria gostosona do rock para eu ficar com ciúmes e depois ele matou a guria, durante o tempo que a gente ficou junto. Tipo a guria morreu em um acidente, só que essa menina não existia”, contou espantada.

Aline ainda finalizou dizendo que é muito ruim para julgar as pessoas e por isso pensa muito antes de se envolver com alguém.

No quadro final “Evite hematomas” que traz um conselho improvisado sobre a vida com três palavras com palavras aleatórias ditas durante o podcast, Aline aconselhou: “O Ministério da Saúde adverte em coração que entra Júnior não entra maloqueiro rebelde”.

Rafaela Moreira

Jornalista, repórter do Regra dos Terços e diretora de programas de televisão na TV Band e na Rede Super.

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