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REGRA POLÍTICA: “POSICIONAMENTO DE TRUMP É UMA AMEAÇA PARA A DEMOCRACIA GLOBAL”

REGRA POLÍTICA: “POSICIONAMENTO DE TRUMP É UMA AMEAÇA PARA A DEMOCRACIA GLOBAL”

Rechaçar votação em caso de derrota é não aceitar os processos democráticos, afirmam jornalistas

A eleição de 2020 já é considerada histórica nos Estados Unidos. A votação expressiva num país em o voto não é obrigatório, mostra o desejo dos americanos de participar da escolha presidencial.

Apesar de ainda estar indefinida, principalmente por conta dos votos enviados por correio, e mesmo no cenário apertado e com o democrata Joe Biden à frente, Donald Trump declarou que venceu a eleição e que vai apelar para Suprema Corte para parar a contagem dos votos. “Ele está preparado para se preciso for começar uma guerra para se manter na presidência”, afirmou o jornalista Erick Mota.

Para Leonardo Aragão, Trump faz o que era esperado. “O cenário é muito tenso e deve continuar tenso até a contagem final”, completa. O jornalista explicou que a preocupação dos democratas era justamente  disputa acirrada porque numa eventual vitória apertada para Biden, Trump causará tumulto. “Ele inclusive já ameaçou judicializar”, acrescentou Mota.

Aragão ainda disse que “não fosse a covid-19 Trump teria sido reeleito com mais facilidade, porque é fato que ele conseguiu recuperar a economia, gerar empregos, entretanto a visão negacionista, anticiência, as teorias conspiratórias, mostraram a fragilidade da sua liderança durante a pandemia.

Os jornalistas analisaram que a vitória, seja para que lado for, será apertado e Mota demonstrou preocupação possíveis conflitos no país.

Aragão finalizou pontuando que Biden não era o melhor candidato para o momento, “apesar de sua indicação ser natural, falta um pouco de vigor. Ele é uma figura que não empolga, acho que os americanos se acostumaram com a figura de candidatos democratas como Obama, Hillary…”.

ELEIÇÕES MUNICIPAIS E BOLSONARO

Os jornalistas analisaram os cenários das capitais e indicaram que Bolsonaro não deve sair vitorioso em nenhuma dessas cidades. “Isso mostra que a onda da extrema direita não está vingando nas capitais”, sinalizou Aragão.

Em São Paulo, o jornalista mencionou que ascensão de Boulos e Márcio França era esperada e que, apesar de Russomano (REPUBLICANOS), candidato de Bolsonaro, continuar caindo nas pesquisas, ele não é carta fora do baralho.

Já no Rio de Janeiro, Mota disse que a candidata Martha Rocha (PDT) foi uma boa escolha da ala progressista. Aragão disse que ela é uma surpresa positiva. “Ela vem conseguindo capitalizar o sentimento do morador que não aguenta mais os de sempre. Crivella foi talvez o piores prefeitos das capitais”. Portanto, há uma boa chance de ela passar Crivella (REPUBLICANOS), candidato de Bolsonaro, e avançar para o segundo turno.

Fortaleza tem talvez a situação mais indefinida de todas. Os jornalistas comentaram que a corrida eleitoral por lá “é imprevisível”.

CASO MARI FERRER

Mari Ferrer foi uma das notícias mais comentadas de ontem (04) por conta da divulgação do vídeo da audiência em que o advogado de acusação humilha publicamente a influencer, com o silêncio do juiz e do Ministério Público que assistiram passivamente.

Erick mencionou que o caso é revoltante, mas que o termo utilizado pelo The Intercept de “estupro culposo” não constava nos autos e a utilização sem explicação de livre interpretação levou a internet ao erro.


Mas, para Aragão, apesar do exagero retórico no termo “estupro culposo”, a menção traduz o que está escrito no processo. “Ele diz que houve o erro estava em talvez o rapaz não ter interpretado o estado físico da Mariana. Como alguém não interpreta a condição da parceira para o sexto? Ele escreve como erro e onde não há a categoria de crime culposo há absolvição.”, indagou. “Esse caso só permite o sim o ou não, ele não usou o termo na sentença, mas na prática foi o que ele disse. Há dolo sim, não tem como num caso de estupro não haver, como alguém estupra sem intenção. A interpretação não muda o erro gravíssimo da sentença”.

Reveja o programa:

Raphaella Caçapava

Jornalista formada pela Uniopet, especialista em comunicação, marketing e gestão de negócios. Finalista e semifinalista do Prêmio Jovem Jornalista nos anos 2012 e 2014, respectivamente e premiada com a Menção Honrosa no 20º Sangue Novo em 2016. Atuou em diversos veículos impressos segmentado como repórter e pauteira. Apaixonada por projetos sociais atua desde 2002 na formação de liderança para potencializar os projetos locais de impacto. Atualmente é analista de marketing responsável pela produção de conteúdo rico para diversas marcas. No Regra dos Terços é repórter.

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