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SERVIDORES AMBIENTAIS SE MANIFESTAM E COBRAM “DEVOLUÇÃO” DAS CORES DA BANDEIRA BRASILEIRA

SERVIDORES AMBIENTAIS SE MANIFESTAM E COBRAM “DEVOLUÇÃO” DAS CORES DA BANDEIRA BRASILEIRA

Em um dia de tantas bandeiras nas ruas, a Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista de Meio Ambiente (Ascema Nacional) divulgou um vídeo de manifesto contra o governo de Jair Bolsonaro (sem partido). No vídeo, a Ascema Nacional questiona o que está acontecendo com as cores da bandeira brasileira que representam a natureza e a paz nacional.

Em postagem nas redes sociais, a Associação declarou que “o verde some cada dia mais, vítima do desmatamento. O branco, que deveria ser significado de paz, se perde entre blindados e atos antidemocráticos. O nosso azul está secando dia após dia, em uma crise hídrica que cresce cada vez mais. O nosso amarelo é sinônimo de garimpo ilegal, de mineração, de violência”.

O governo de Bolsonaro é marcado por diversos prejuízos ambientais como o crescimento do desmatamento da Amazônia Legal, que em 2021 registou a maior área desmatada no período de janeira a julho na história do monitoramento feito pela plataforma Terra Brasilis.  O território da Amazônia Legal sofreu um desmatamento de 5.026,52 km². No ano passado o registrado foi de 4.739,92 km². O ano de 2021 já superou o total registrado ao longo do ano completo de 2017 (3.551,3 km²). Além disso, órgãos ambientais e o serviço público é constantemente ameaçado com leis anti ambientais e a tentativa de militarização de cargos de monitoramento de crimes contra o meio ambiente.

Confira o vídeo completo da Ascema Nacional:

Mulheres indígenas se manifestam nesta terça-feira em defesa dos direitos dos povos indígenas

Nesta terça-feira (7) inicia a 2ª Marcha Nacional das Mulheres Indígenas, em Brasília. Este ano o tema da marcha é “Mulheres originárias: Reflorestando mentes para a cura da Terra’. Segundo a Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib), está prevista a participação de cerca de 4 mil mulheres, com mais de 150 povos, originárias de todos os biomas do Brasil. A marcha vai até o dia 11 de setembro no espaço da Fundação Nacional de Artes (FUNARTE).

“Estamos em busca da garantia de nossos territórios, das que nos antecederam, para as presentes e futuras gerações, defendendo o meio ambiente, este bem comum que garante nossos modos de vida enquanto humanidade. Para além de mero recurso físico é igualmente morada dos espíritos das florestas, dos animais e das águas da vida com um todo, fonte de nossos conhecimentos ancestrais”, declarou a Apib em postagem nas redes sociais.

Eline Carrano

Jornalista por profissão, cronista por opção e neta coruja. Escrevo porque preciso justificar as ansiedades que o tarja-preta não dá conta.

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