500 páginas da história de Planet Hemp

A banda carioca Planet Hemp comemora 25 anos de carreira. Para marcar a data, uma série de ações comemorativas são realizadas, entre elas o lançamento da biografia completa e autorizada “Planet Hemp: mantenha o respeito” (Editora Belas Letras), que relembra esta trajetória em detalhes no decorrer de quase 500 páginas. O livro é fruto de uma longa pesquisa do escritor, jornalista, gestor cultural e quadrinista Pedro de Luna, autor de outros oito livros como “Brodagens”, “coLUNAs”, “Niterói Rock Underground 1990-2010” e “Histórias do Porão” – sobre o festival Porão do Rock.

O livro sobre o Planet Hemp será lançado em Curitiba neste sábado, dia 1/12, na Mega Grow (Av. Manoel Ribas, 3946, no bairro Cascatinha). Quem comprar o convite antecipado, participará de um evento exclusivo, (Planet Hemp Day) das 16h20 às 20h, com presença do autor Pedro de Luna, que fará a palestra “Planet Hemp Antes da Fama”, sobre as origens do grupo, seguida de um bate-papo com os jornalistas Abonico Smith (Mondo Bacana) e Digão Duarte, que falarão sobre as conexões da banda com Curitiba. A discotecagem no local ficará por conta do DJ Schasko (que há 9 anos realiza o programa de rádio Smoking Time 4:20, além da festa Funk You, há 10 anos).

O convite, no valor de R$ 120,00 também dá direito a adquirir o  livro autografado pelo autor, participar de um coffe break, consumir cerveja artesanal e a ganhar descontos em produtos da loja Mega Grow, que é especializada em cultivo Indoor e Outdoor, com tudo o que é necessário para a prática, de insumos a equipamentos e acessórios. Após as 20h, o evento será aberto ao público não pagante, que poderá adquirir o livro de forma avulsa.

Primeira biografia da banda com quase 500 páginas

“Planet Hemp: mantenha o respeito”, de Pedro de Luna, é uma biografia de respeito. São 496 páginas contando toda a história do Planet Hemp, desde a origem dos seus integrantes no Rio de Janeiro até o momento atual, passando a limpo todos os 25 anos de carreira.

Fruto de muita pesquisa nunca realizada, o livro tem um mapa chamado “Localize Já” com os lugares que a banda frequentava no Rio de Janeiro dos anos 1990 e uma cronologia extensa com as datas e locais de shows e momentos marcantes, como prêmios, encontros, gravações e a prisão em Brasília em 1997.

A obra conta com depoimentos dos integrantes e ex-integrantes, além de jornalistas, músicos, empresários, amigos e produtores, como o falecido Carlos Eduardo Miranda. Ilustrado com fotos raras e inéditas, o leitor vai prender a respiração até não conseguir mais parar de ler.

Além desta biografia, o 25 anos do Planet Hemp são comemorados também com o relançamento pela Deck Disc do primeiro disco da banda, “Usuário” (Sony, 1995) no formato de fita cassete, do filme “Legalize Já” (sobre a amizade entre Marcelo D2 e Skunk antes de formarem a banda) e do projeto transmídia “Amar É Para Os Fortes” de Marcelo D2. Além disso, está no ar a campanha de crowdfunding para viabilizar a biografia do MC, produtor e baixista Speed, que foi do Planet Hemp e fez dupla com Black Alien (www.catarse.me/eusouspeed).

Serviço:

Planet Hemp Day – Lançamento da biografia “Planet Hemp: mantenha o respeito” com presença do autor Pedro de Luna
Data: 1/12 (sábado)
Horário: evento exclusivo mediante convite a partir das 16h20. Após as 20h, aberto ao público não pagante.
Convite: R$ 120 (com direito a adquirir o livro autografado, assistir à palestra, participar do bate-papo, usufruir do coffe break e cerveja artesanal e ganhar descontos em produtos da loja)

Local: Mega Grow (Av. Manoel Ribas, 3946 – Cascatinha)
Informações e venda antecipada de convites: (41) 3308-8673 e www.megagrow.com.br

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45 ANOS DE CHORO E SERESTA EM CURITIBA

A música curitibana está em festa: o Conjunto Choro e Seresta, que alegra as manhãs de domingo na feirinha do lado da ordem, comemora seu aniversário no próximo domingo dia 02/12, em uma Roda de Choro com a presença de diversos músicos locais. O grupo é considerado um cartão postal da capital paranaense. Em 1973, depois de assistir uma apresentação do Conjunto Choro e Seresta no Teatro Paiol, o prefeito de Curitiba Jaime Lerner convidou o grupo a se apresentar na “feirinha hippie”, na região histórica da cidade. Dede então, há 45 anos ininterruptos o grupo se apresenta na praça Garibaldi, ao lado do relógio das flores, no tradicional “chorinho da feira do largo da ordem”, evento que se tornou o ponto de encontro dos músicos e amantes do Choro na cidade.

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Repertório eclético embala Menu Musical em março

(Imagem | Piscilla Fiedler)

Os pianistas Moacir Henrique e Cida Maria Cardoso são os responsáveis pelas apresentações gratuitas do Menu Musical de março, no Shopping Curitiba.  Com ritmos variados, as canções vão de MPB até clássicos do cinema americano. Continue reading “Repertório eclético embala Menu Musical em março”

A volta do Seychelles

Na foto: Fernando Coelho, Gustavo Garde e Renato Cortez. (Crédito: Fernanda Brito-Gaia)

Depois de um hiato de um ano e meio, a banda Seychelles volta aos palcos para comemorar 15 anos de carreira. Com 3 álbuns e 3 EPs lançados, a banda investe em uma sonoridade urbana, nutrida pelo rock da década de 70.

Membro atuante da cena paulistana, o Seychelles sempre buscou parcerias e intercâmbio com outros artistas. No álbum, Seychelles III (2012), Edgard Scandurra (Ira!) canta e toca guitarra em uma das faixas. O disco ainda traz as participações de Monique Maion e André Frateschi.

Trajetória

Em sua trajetória ao vivo, o já quarteto participou de importantes festivais e projetos. Em 2005, se apresentou no palco principal do 5º Fórum Social Mundial, em Porto Alegre (RS). No ano seguinte, foi convidado para encerrar a 5ª edição do Araraquara Rock, festival de destaque no interior de SP.

Em 2009, tocou na Virada Cultural de São José do Rio Preto (SP), ao lado de artistas como Ludov, Arnaldo Antunes e Sepultura. Em 2012, à convite do Sesc Consolação, apresentou um show em homenagem aos 40 anos dos Rolling Stones, apenas com canções da banda inglesa.

Em 2014, o Seychelles apresentou no MIS (Museu da Imagem e do Som) e no CCSP (Centro Cultural São Paulo) show em homenagem aos 20 anos do álbum Nirvana Unplugged in New York. O disco foi apresentado na íntegra pela banda, respeitando a ordem das faixas e os arranjos originais.

As ilhas de Seychelles

Seychelles é um país insular localizado no Oceano Índico Ocidental, composto por 115 ilhas distribuídas entre vários arquipélagos. A escolha de um nome tão peculiar talvez sirva para abarcar as múltiplas faces dos integrantes da banda, que atuam em outros projetos musicais.

O vocalista Gustavo Garde conta com 4 discos lançados em carreira solo e mantém o duo Sunset com Monique Maion. Também é atua como produtor, trabalhando na elaboração de músicas para meditação, jornadas de cura relacionadas à terapia floral e mantras.

O baixista Renato Cortez toca com as bandas Cérebro Eletrônico, Jumbo Elektro, Elephant Run, Heroes (tributo a David Bowie) e acompanha a cantora Miranda Kassin. Atuou no processo de formação dos Pontos de Cultura do Programa Cultura Viva, durante o governo Lula, e ministrou oficinas de capacitação e produção musical em Software Livre em todo Brasil.

O guitarrista Fernando Coelho faz parte das bandas Mamma Cadela, Elephant Run, Heroes, Monique Maion e Ozório Trio. Também atua como professor de Áudio Digital e Registro Visual Sonoro pela Unip (Universidade Paulista), e de Sonorização no curso de pós graduação em Cenografia e Figurino pela Faculdade Belas Artes, em São Paulo.

O retorno aos palcos

Após um ano e meio longe dos palcos, o Seychelles prepara sua volta no próximo dia 2 de junho no Z, em São Paulo. O grupo paulistano aproveita também para estrear sua nova formação ao vivo.

Além de Gustavo Garde, Renato Cortez e Fernando Coelho, passa a contar com Angelo Kanaan na bateria, Mauro Motoki na guitarra e Piero Damiani na percussão e backing vocals.

Atualmente, a banda está finalizando seu próximo disco, O dia em que Virarmos Luz, com previsão de lançamento para o segundo semestre de 2017.

SERVIÇO – #Skol apresenta A Volta do Seychelles no Z

Local: Z (Av. Brigadeiro Faria Lima, 724 – Pinheiros – São Paulo/SP)

Data: sexta, 02 de junho de 2017.

Horários

Abertura da casa – 22h.
PAPISA – 23h30.
Seychelles – 01h.
DJ Nega Nervous – após os shows.

Ingressos

Antecipado – R$20
Porta – R$25

Vendas

Livepass – http://www.livepass.com.br/event/seychelles/

Série Mulheres Árabes | # 22 Yasmine Hamdan

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Yasmine Hamdan.

Yasmine Hamdan é uma cantora, compositora e atriz libanesa. Baseada em Paris, ela se tornou conhecida por conta da dupla Soapkills, que ela fundou com Zeid Hamdan (sem parentesco), enquanto ainda vivia no Líbano.

Soapkills foi uma das primeiras bandas eletrônicas independentes no Oriente Médio, e sua abordagem inovadora exerceu uma influência duradoura. Até hoje Yasmine Hamdan é considerada um ícone da música underground em todo o mundo árabe.

Em 2013, Hamdan lançou seu álbum solo Ya Nass. Ela já realizou shows em quatro continentes, incluindo uma série de apresentações para o lançamento do filme Only Lovers Left Alive, de Jim Jarmusch.

Embora seus vocais estejam definitivamente conectados às tradições da música árabe, as estruturas e arranjos das canções incorporam elementos da música eletrônica, pop e folclórica ocidental contemporânea.


Este artigo faz parte da Série Mulheres Árabes, publicações diárias durante o mês de março, com o intuito de contribuir com a visibilidade das diferentes narrativas protagonizadas por mulheres árabes. O projeto é de autoria de Camila Ayouch, colunista do Regra dos Terços e estudante de Letras Português-Árabe na Universidade de São Paulo (USP).

O ofício de artista é uma ilusão.

O Oficio de Artista é uma ilusão.

O que realmente representa um trabalho na nossa sociedade é a troca de alguma tarefa – intelectual ou braçal – por dinheiro. Existem artistas que conseguem transformar seu trabalho em dinheiro. No entanto, a igreja católica devia canonizá-los como santos pós-modernos, pois a tarefa sempre se configura num verdadeiro milagre.

Exercer e usufruir dos benefícios do exercício da performance musical, cênica, coreográfica, de artes visuais, enfim qualquer coisa que seja arte, para o senso comum é coisa que:

a) os filhos das pessoas fazem na escola;
b) as pessoas fazem, depois do trabalho;
c) as pessoas fazem por alguma vocação, até mesmo de natureza espiritual, de maneira indulgente e voluntária, quase um transbordamento de bondade;
d) são feitas por pessoas que são, de alguma maneira perigosas. vagabundos, maconheiros e estigmatizados em geral.

A aventura em cima do muro. Explosão de verdades coridais.

Claro, todas estas visões são ótimas (exceto a última) mas pra que um ofício de artista venha a existir as pessoas precisam executá-lo produzindo riqueza. E em nenhuma destas visões eu consigo imaginar alguém produzindo riqueza. Sem uma possibilidade real de se monetizar o ofício de artista é uma miragem que anda iludindo muitos andarilhos do deserto que anda sendo a cultura neste primeiro século do terceiro milênio.

Falo estas coisas a respeito da minha cidade, que conta com mais de três canais de televisão e inúmeras estações de rádio que retransmitem incansávelmente o conteúdo que as suas respectivas matrizes lhe mandam. Conteúdo que, na minha humilde opinião anda desbotado, de tanto se repetir.

Produtoras que se focam em atrações internacionais e espaços de apresentação privados para tais atrações. Olho para este contexto e acho que o ofício de artista é uma ilusão, principalmente por que:

Os artistas que realmente poderiam produzir arte significativa para a sociedade em que vivem – coisa que eu acho que apenas o usufruto da oxitocina liberada pela performance artística não dá conta de fazer, morrem e não alcançam a sociedade de uma forma contundente.

Os artistas que estão afetando a sociedade estão cada vez mais “desbotados”, cada vez mais adequados aos “padrões de qualidade” e gorgolejando sempre o mesmo conteúdo de formas diferentes há algumas décadas. Algumas tragédias chegam ao ponto de nem saberem o suficiente para fazerem a suposta arte que alegam fazer e contam com subterfúgios (vide Autotune, no caso da música).

Pra que o ofício exceda seu caráter de miragem, precisa-se de mercado, de perspectiva e de real possibilidade de rentabilização de obras culturais locais. E isto em cada canto do planeta, não só aqui.

Um dos momentos mais tristes da minha vida…

A conclusão que eu chego é que, toda esta sinuca de bico em que a arte local está comprova que ela é um ofício extremamente perigoso para quem está na hegemonia. A ignorância que hoje é sistematicamente aplicada é estratégica. E vinda de um estratagema muito bem elaborado, que apaga muito bem os seus rastros. Deixar a diarréia de obras culturais de massa desbotadas obliterar os espaços para sobrevivência da verdadeira expressão das pessoas da localidade, para as pessoas da localidade é uma coisa muito consciente pra se chamar de simples acaso.

Série Mulheres Árabes | # 11 Shadia Mansour

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Shadia Mansour.

Filha de pais palestinos, Mansour nasceu e cresceu no sul de Londres, mas foi influenciada pela cultura árabe desde o nascimento. Indo a reuniões pró-palestinas com seus pais desde cedo, ela era conhecida entre a comunidade palestina de Londres por cantar canções clássicas de protesto árabe.

De acordo com o The Culture Trip, Mansour aborda a questão espinhosa do gênero dentro da cultura árabe. Ela acredita que tem uma responsabilidade especial quando se trata de desafiar a misoginia em algumas vertentes do conservadorismo árabe.

Uma das pelas quais ela tentou contra-atacar foi recusando-se a tocar em audiências segregadas por gênero, que ela encontrou durante sua turnê pela Cisjordânia. Embora seja imensamente orgulhosa de sua herança, ela se posiciona contra alguns detalhes da ortodoxia árabe e se opõe ativamente a tradições como a separação de gênero.

O primeiro single de Mansour enfatiza o papel dos kufiahs, o lenço símbolo da luta e resistência do povo palestino*. Em entrevista à SAMAR Media, a artista conta que a canção foi escrita quando ela descobriu uma loja no Brooklyn, que comercializava um “kufiah israelense”.

Confira abaixo o vídeo da música legendado em português:

Recomendo o texto “Sobre Kufiahs, Turbantes e Bom Senso”, do Plinio Zunica.


Este artigo faz parte da Série Mulheres Árabes, publicações diárias durante o mês de março, com o intuito de contribuir com a visibilidade das diferentes narrativas protagonizadas por mulheres árabes. O projeto é de autoria de Camila Ayouch, colunista do Regra dos Terços e estudante de Letras Português-Árabe na Universidade de São Paulo (USP).

O Trem-Bala da vida

Ana Vilela - Trem-Bala
Ana Vilela – Trem-Bala

O segredo da vida está nos detalhes, nos pequenos acontecimentos. A nossa alegria vem dos momentos de paz interior, ela surge junto com o brotar de um novo sorriso, um abraço amigo ou mesmo um novo amor. Segurar o filho no colo, sorrir e abraçar os pais enquanto estão aqui faz-se fundamental diante dos tumultos cotidianos. Quem entende essa dádiva consegue viver o melhor da vida, consegue atingir a alegria máxima simplesmente por existir.

Esses sentimentos são abordados pela cantora e compositora Ana Vilela, que nos apresenta uma letra linda, acompanhada de uma melodia singular e completamente harmoniosa com os sentimentos positivos explorados na vida.

TREM BALA – ANA VILELA

Não é sobre ter
Todas as pessoas do mundo pra si
É sobre saber que em algum lugar
Alguém zela por ti
É sobre cantar e poder escutar
Mais do que a própria voz
É sobre dançar na chuva de vida
Que cai sobre nós

É saber se sentir infinito
Num universo tão vasto e bonito
É saber sonhar
E, então, fazer valer a pena cada verso
Daquele poema sobre acreditar

Não é sobre chegar no topo do mundo
E saber que venceu
É sobre escalar e sentir
Que o caminho te fortaleceu
É sobre ser abrigo
E também ter morada em outros corações
E assim ter amigos contigo
Em todas as situações

A gente não pode ter tudo
Qual seria a graça do mundo se fosse assim?
Por isso, eu prefiro sorrisos
E os presentes que a vida trouxe
Pra perto de mim

Não é sobre tudo que o seu dinheiro
É capaz de comprar
E sim sobre cada momento
Sorrindo a se compartilhar
Também não é sobre correr
Contra o tempo pra ter sempre mais
Porque quando menos se espera
A vida já ficou pra trás

Segura teu filho no colo
Sorria e abraça teus pais
Enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir

Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá
Laiá, laiá, laiá, laiá, laiá

Segura teu filho no colo
Sorria e abraça teus pais
Enquanto estão aqui
Que a vida é trem-bala, parceiro
E a gente é só passageiro prestes a partir

Silva e Marisa Monte

ba343385-4739-4929-9ad1-564c154ffce9_silvacantamarisafotoImagina você ser fã de uma cantora há mais de dezesseis anos. Um dia você resolve fazer releituras do trabalho dessa cantora e tempos depois chega na sua caixa de e-mails uma resposta carinhosa dela mesma, um convite para visitar a casa dela e dessa visita surgir uma música pra vocês gravarem juntos! Um sonho? Com certeza. Impossível? Não mesmo, Lucas Silva é a prova disso.
Ele é fã de Marisa Monte desde os 12 anos de idade. E resolveu fazer 14 releituras do trabalho dela. E todo o enredo acima aconteceu. Confira abaixo.

2 anos de Regra dos Terços

No dia 15 de janeiro o Regra dos Terços comemorou o seu segundo aninho. Daquele pequeno blog com o foco na arte alternativa, a o Regra expandiu, caminhou, recuou e correu em direção do seu grande sonho. Por aqui, já se passaram vários colaboradores, colunistas e parceiros, sempre com o mesmo objetivo – levar a boa arte até as pessoas.

Entramos em parceria com o portal Em Cartaz, pelo qual,  cobrimos os maiores eventos do estado do Paraná. Entrevistamos alguns dos maiores nomes da música, teatro e cinema brasileiro. Fomos vítimas de um assalto, no qual nos foram levados todos os nossos equipamentos. As coisas mudaram, mais uma vez para crescer foi necessário recuar. É como um atleta olímpico, que para fazer um grande salto à distância, precisa primeiramente dar uns passos para trás, para somente então pegar seu impulso que o levará o mais longe possível. Mas temos um diferencial dessa vez – não queremos saltar, queremos correr, caminhar e assim executar cada meta com precisão.

A partir de agora o Regra contará com colaboradores de peso, jornalistas, artistas e você querido leitor. Esse é um espaço comum, lugar de encontro, reflexão, poesia, entretenimento e principalmente, muito amor a vida. Teremos aqui reunidos todos os trabalhos em que estamos envolvidos, sejam os eventos, programas de TV, canais do Youtube ou mesmo artigos publicados em outros portais. Quer ser um colaborador do Regra nessa nova etapa? Encaminhe um e-mail para regradostercos@gmail.com e vamos juntos divulgar o melhor do ser humano.