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Teses de investimento alternativas: a pimentinha do seu portfólio

Teses de investimento alternativas: a pimentinha do seu portfólio
Fundos de investimento (foto: Pixabay)

Olá querido leitor/querida leitora! Tudo bem contigo? Para aqueles que já possuem uma carteira de investimentos devidamente estruturada, novas fronteiras podem ser o que falta para se obter rendimentos superiores a média de mercado. É sobre esse assunto que discorreremos na coluna de hoje. Todas as minhas colunas anteriores podem ser acessadas nesse link aqui.

Se você acompanha essa coluna há algum tempo, já sabe: a diversificação é o último almoço grátis na composição de um portfólio – como já dizia o prêmio Nobel de economia Harry Markowitz. Esse princípio rege que, para um determinado nível de risco, é possível maximizar o retorno combinando ativos descorrelacionados. O raciocínio inverso também é verdadeiro, ou seja, para um determinado retorno, é possível conter os riscos através da diversificação.

Ao fim, o exposto anteriormente se resume naquele ditado: nunca ponha todos os ovos em uma cesta só. Apostar em apenas uma tese, ou mercado de investimentos, é a receita para noites sem dormir. Se você é apaixonado pela bolsa de valores brasileira e um certo dia o presidente brasileiro é envolvido diretamente em um escândalo de corrupção (alô, Joesley day!), qual o resultado mais provável para sua carteira super concentrada em ações nacionais? Por essas e por outras, o ideal é não comprar somente IBOV, mas também fundos imobiliários, renda fixa, fundos multimercados, ativos internacionais. E que tal olhar também ações relacionadas à fusão nuclear?

Está tudo bem se você nunca ouviu falar do termo anterior – uma das mais promissoras tecnologias que podem revolucionar o mundo como conhecemos. Não conhecer não implica necessariamente em não investir, ou não ganhar dinheiro. Logicamente, quanto mais conhecemos de um assunto, mais confortáveis ficamos em colocar parte de nosso capital em risco, por exemplo: o que lhe soa mais seguro, o Tesouro Direto ou a criptomoeda Axie Infinity? Entretanto, diversificar uma pequena parte de sua carteira em ativos mais arriscados pode ser benéfico, já que, por definição, ao comprar algo, o máximo que se pode perder é cem por cento do dinheiro aplicado, ao passo que os ganhos podem ser infinitos.

Portanto, abrir seus horizontes para o desconhecido em teses pouco comuns – criptomoedas e altcoins, fundos de cannabis, ESG e energias limpas, fundos de commodities, start-ups e de private equity, ou mesmo de empresas “politicamente incorretas” – pode ser o que falta para alavancar seus rendimentos.

Até a próxima semana!

Henrique Costa

Henrique Costa é engenheiro eletricista formado pela UTFPR – Universidade Tecnológica Federal do Paraná. Atua no setor industrial e de energias renováveis há cerca de 10 anos. Entusiasta do mundo dos investimentos, aprendeu desde cedo que poupar e investir é um dos melhores caminhos para se atingir os objetivos da vida. No Regra dos Terços é autor da coluna “Pra que investir?”

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