7 LUGARES MAL ASSOMBRADOS NO BRASIL

Existem locais no Brasil que nunca mais foram os mesmos depois de acontecimentos como incêndios inexplicáveis, mortes sangrentas e aparições sobrenaturais. Saiba mais.

Presídio do Ahú - Curitiba (PR)

O presídio do Ahú é cercado de várias lendas sobrenaturais, e uma delas é a do palhaço assassino, que supostamente assombrava os presos que cometeram estupro e violência contra a mulher.

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A lenda do palhaço assassino se tornou ainda mais realista depois da década de 1970, quando um tarado foi enviado ao presídio e cumpriu pena até a morte por atacar mulheres com uma serra elétrica enquanto usava roupas de circo.

Eyatsu Etsub

Outra lenda famosa é a do motoqueiro fantasma. Seria o espírito de um rapaz que andava de moto jogando ácido no rosto de mulheres loiras que encontrava pelas ruas. O motoqueiro assombra Ahú desde que foi preso e morreu no local.

Jusdevoyage

Cruz do Patrão - Recife (PE)

Outro lugar mal assombrado no Brasil é o Porto do Recife, que foi, um dia, um cemitério de escravos africanos.

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Utilizado para a realização de rituais religiosos e execuções, a Cruz do Patrão é considerada um ponto de encontro de almas penadas, espíritos e demônios.

Marek Piwnicki

Centro Cultural Martim Cererê - Goiânia (GO)

Os horrores da Ditadura Militar deixaram almas injustiçadas perambulando por um local que, hoje, recebe diversos festivais de música, de dança e peças teatrais.

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No local que hoje é o Centro Cultural Martim Cererê, os militares afogavam presos políticos nas caixas d’água que existiam ali e pertenciam a empresa de saneamento do Estado de Goiás, a Seneago.

Armazém Memória - Flickr

Mina da Passagem - Mariana (MG)

Com barulhos de sinos e correntes, fantasmas apegados à riqueza assombram os visitantes da Mina da Passagem, atualmente aberta ao turismo.

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O local se tornou mal assombrado desde 1936, quando mais de 15 operários morreram afogados em uma enchente subterrânea. Desde então, suas almas perambulam pelas escarpas de pedra da mina.

Ahmad Odeh

Cemitério do Gavião - São Luís (MA)

A alma de Ana Jensen, também conhecida como “Rainha do Maranhão”, jamais descansou depois das crueldades que fez, como mandar arrancar os dentes de escravos sorridentes.

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Os gritos de dor e arrependimento da antiga proprietária de terras do Maranhão ainda são ouvidos pelos visitantes do local.

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Esses gritos ressoam no local devido ao fato de o espírito de Ana ainda percorrer os arredores desse cemitério em uma antiga carruagem, nas noites de quinta-feira.

Daniel Jensen

Casa das Sete Mortes - Salvador (BA)

Depois de sete assassinatos misteriosos ocorridos em 1755, essa casa localizada no Pelourinho nunca mais foi a mesma.

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Quem passa pelo local à noite afirma escutar passos, sussurros, janelas batendo e vultos estranhos. Em 1755, os primeiros assassinatos da série foram os do padre Manoel de Almeida Pereira e três criados, por esfaqueamento.

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Anos mais tarde, ocorreram as mortes de três pessoas de uma mesma família, supostamente envenenadas por uma criada.

Girl with red hat

Castelinho do Flamengo - Rio de Janeiro (RJ)

Localizado na zona sul do Rio, o Castelinho do Flamengo é, hoje, um centro cultural que ocupa o mesmo lugar da casa de Feu Fernandes, que morreu atropelado na praia do Flamengo.

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Sua morte ocorreu diante de sua única filha, de 10 anos de idade. Órfã, a menina foi tutorada pelo advogado da família, que a manteve trancada na torre até que ela decidiu se suicidar, jogando-se do alto do Castelinho.

MuiZur

Depois disso, barulhos, vultos e aparições tornaram-se constantes no Castelinho do Flamengo, tanto dentro quanto fora do local.

Mathew MacQuarrie

créditos

reportagem

Letícia Fortes

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FONTEs

Fotos - Divulgação Flickr Pixabay Unsplash