7 LUGARES NÃO CLICHÊS PARA CONHECER NO BRASIL

Existem diversos lugares no Brasil que muitos turistas desconhecem, seja por falta de interesse, planejamento ou tempo. Saia da mesmice e conheça mais destinos para sua viagem.

Alter do Chão, Pará

Se você curte refúgios naturais silenciosos e tranquilizantes, a vila de pescadores Alter do Chão é perfeita para sua viagem. O único momento mais badalado é o final do ano.

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Localizada à beira do Rio Tapajós, Alter do Chão faz parte do município de Santarém e é porta de entrada alternativa para a Amazônia. Conta com belíssimas praias de água doce, formadas pela água do Tapajós.

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A melhor época para conhecer Alter do Chão é entre agosto a dezembro, durante o "verão amazônico". Porém, para quem busca passeios de barco e expedições na natureza, recomenda-se viajar entre janeiro e julho.

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Capitólio, Minas Gerais

Apelidado de Mar de Minas, Capitólio tem uma das maiores extensões de água do estado: o Lago de Furnas, criado artificialmente em 1963 para o funcionamento da Usina Hidrelétrica de Furnas. Hoje, o lago tornou-se o local perfeito para banhos refrescantes.

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(Foto: Gerson Fortes/Getty Images)

Além disso, a região conta com  diversos cânions e cachoeiras de águas cristalinas. Embora o outono seja uma época com temperaturas mais baixas, é a época perfeita para conhecer Capitólio, pois março finaliza a temporada de chuvas.

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Parque Nacional do Caparaó, Espírito Santo

Localizado entre Minas Gerais e Espírito Santo, o Parque é um lugar paradisíaco cujo nome, em tupi, significa “águas cristalinas que rolam das pedras”. A melhor época para conhecê-lo é de maio a agosto, quando chove menos e a visibilidade aumenta.

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Além de cachoeiras, o local é o destino perfeito para quem gosta de trilhas, pois abriga o terceiro ponto mais alto do Brasil: o Pico da Bandeira, com 2.892 m de altitude.

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Parque Nacional Aparados da Serra, Rio Grande do Sul

Com a parte superior do planalto no Rio Grande do Sul e o fundo do vale e o solo em Santa Catarina, o nome do Parque, em tupi, significa "pedra cortada", como se parecem os cânions do local.

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A melhor época para conhecer o Parque é entre novembro e fevereiro, quando as temperaturas estão mais quentes para fazer as trilhas. A mais famosa é a Trilha do Rio do Boi, que dura de 5 a 8 horas, com 14 km ida e volta e 20 travessias de rio.

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Pirenópolis, Goiás

A cerca de 130 km de Goiânia, Pirenópolis foi descoberta por um grupo de bandeirantes em 1727, A cidade foi batizada dessa forma devido à sua localização aos pés das Serras dos Pirineus.

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Com diversas cachoeiras, museus, ruas de paralelepípedos e construções históricas, o melhor momento para visitar a cidade é de maio a setembro. Além disso, há diversos restaurantes que servem pratos tradicionais, como o Tempero do Rosário e a Fazenda Babilônia.

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Canindé de São Francisco, Sergipe

Localizado a cerca de 210 km de Aracaju, Canindé possui paisagens e formações rochosas envolvidas pelo Rio São Francisco, um dos mais famosos do Brasil.

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Além do Rio São Francisco, a atração principal é a visitação de barco ou por trilha ao Cânion do Xingó, o  5º maior cânion apto à navegação do mundo. A melhor época para visitar o local é entre maio a agosto, com chuvas isoladas que refrescam o ambiente semiárido.

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Ponta de Corumbau, Bahia

Corumbau é uma das praias tropicais mais distantes do litoral baiano, localizada na Costa das Baleias. Com mais de 15 km de praias cercadas com areias brancas e coqueiros, o mar tem ondas mansas.

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Na Ponta, ocorre um fenômeno na maré baixa durante os períodos de lua cheia e lua nova: o mar seca a ponto de criar um banco de areia que se projeta mar adentro, como se fosse um corredor entre duas praias.

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A melhor época para visitar Corumbau é entre junho e setembro, quando as noites estão frescas.

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Além disso, as barracas de praia também funcionam como restaurantes. Os pratos mais comuns são peixe fresco (assado ou frito), moquecas e arroz de polvo nas barracas Moinho de Pedra, Barraca Corumbau e Canal do Pampo.

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reportagem

Letícia Fortes

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Getty Images Pixabay Shutterstock Sites oficiais das pefeituras dos locais citados na reportagem - Divulgação