Intolerância religiosa no Brasil

Mais de 67% da população mundial sofre alguma restrição na sua prática religiosa

O Brasil é um país laico, ou seja, não tem religião oficial. Pelo menos é o que diz a

Constituição federal

O artigo 5º da Constituição Federal garante ser inviolável a liberdade de consciência e de crença, assegurando o livre exercício dos cultos religiosos e garantindo, na forma da lei, a proteção aos locais de culto e as suas liturgias.

Entretanto, não é o que acontece na prática, principalmente quando se fala das religiões de matrizes africanas e indígenas.

Isso se deve ao apagamento dessas culturas iniciado pelos Jesuítas e que segue até hoje.

Prova disso é que desde a chegada dos portugueses até a década de 70, a educação escolar indígena esteve, em grande parte, a cargo de entidades religiosas.

Em 2021, a perda da guarda de mães praticantes de religiões de matriz africana colocou em alerta os especialistas.

Os processos classificavam rituais religiosos como “farra” e os frequentadores como “pessoas de conduta duvidosa”.

Ainda em 2021, as denúncias de intolerância religiosa cresceram 141%. Ao todo foram 586 notificações. Os estados com maior número de acusações são Rio de Janeiro e São Paulo, respectivamente.

65,19% das agredidas são mulheres

Outro dado que chama atenção é que a maioria das vítimas e dos suspeitos recebem até um salário mínimo, mostrando que a população mais pobre é mais vulnerável a essa violência.

Foto: Alerj

Praticantes de outras religiões também denunciam a prática. Uma mulher muçulmana denunciou o ato de intolerância religiosa em um posto de vacinação contra a covid-19 em Manaus, afirmou ter ouvido uma das enfermeiras dizer que temia que ela soltasse uma bomba.

Mas não é só no Brasil que a intolerância religiosa persiste. Um em cada três países do mundo sofre violações nesse tema.

O que quer dizer que 5,2 bilhões de pessoas (67% da população mundial) vivem em países onde há graves violações da liberdade religiosa e, portanto, não podem expressar a própria religiosidade de forma plena.

Governos autoritários;

Seta

Os três principais fatores para a perseguição religiosa são:

Extremistas islâmicos;

Seta

Nacionalistas radicais.

Seta

Na China, católicos e muçulmanos são radicalmente repreendidos.

O governo chinês derrubou várias igrejas sob alegação de serem ilegais, confiscou cruzes e obrigou a substituição de imagens de Jesus Cristo por retratos do presidente Xi Jinping.

Os uigures tiveram o uso de véu e da barba proibidos. Muitos países acusam a China inclusive de submeter essa minoria muçulmana a detenção em campos de ‘reeducação’,  doutrinação e até esterilização forçada.

Já na Rússia, o foco está em perseguir e condenar os praticantes testemunhas de Jeová, onde são considerados “organização extremista”.

Na África, o número crescente de ataques violentos e outras formas de repressão é contra os cristão, onde são minoria. As situações mais preocupantes são  na Nigéria, Burkina Faso, Moçambique, Etiópia e Egito.

Num mundo em que 84% das pessoas se declaram praticantes de uma religião, esse direito básico deve ser assegurado.

Mahatma Gandhi

"As religiões são caminhos diferentes convergindo para o mesmo ponto. Que importância faz se seguimos por caminhos diferentes, desde que alcancemos o mesmo objetivo?"

créditos

reportagem

Raphaella Caçapava

Seta

FONTEs

Relatório de Liberdade Religiosa no Mundo ACN Brasil Pew Reserach Center Relatório do ASPI

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